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quinta-feira, 4 de novembro de 2010 — 0 comment(s)
Apeteceu-me mudar para o Wordpress.
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:D

As Crónicas de Nárnia

domingo, 17 de outubro de 2010 — 0 comment(s)
Esta semana acabei finalmente de ler as Crónicas de Nárnia.

Li o primeiro livro desta saga uma semana antes do filme "As Crónicas de Nárnia: O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa" (quem me conhece sabe que, quando tenho oportunidade, gosto de ler primeiro os livros e depois ver os filmes para os poder criticar e apreciar melhor) e apaixonei-me por aquela história. Tão simples e mágica. Enquanto lia tinha vontade de me encontrar no mundo de Nárnia e tomar o lugar de qualquer um dos quatro irmãos da história. Devorei o livro apenas em algumas horas e decidi automaticamente em ler todos os outros. Entretanto passou o tempo e foi-se-me evaporando da memória tal coisa.

Recentemente estava eu aborrecida e sem nada para fazer e fui olhar para a minha estante de livros para escolher qualquer coisa para voltar a ler, depois é que reparei, estava lá um livro das Crónicas de Nárnia esquecido. Era o sétimo e último livro da saga que uma tia me havia oferecido como prenda de Natal mas que nunca lhe tinha tocado por querer ler todos os outros primeiro, visto esse ser o "capítulo final". Pensei para mim mesma: "Este livro está a apanhar pó a tempo de mais, tão cedo não vou ler os outros, por isso caga. Sempre é melhor ler isto do que voltar a ler um Harry Potter pela milésima vez."

Dito e feito, peguei no livro e numa tarde li-o todo. Só tenho uma palavra para o descrever: Épico. Não consigo encontrar uma única coisa que não goste naquele livro. É um desfecho inesperado até certo ponto e, no entanto, perfeito.

Depois disso não me apeteceu perder mais tempo e continuar a adiar a leitura destas crónicas e fui requisitar todos os outros livros na biblioteca para começar a sessão de leitura - por ordem cronológica.


As Crónicas de Nárnia: O Sobrinho do MágicoO Sobrinho do Mágico
"«Está é uma história muito importante», explica o autor logo no princípio do livro, «porque mostra como começaram as idas e vindas entre o nosso mundo e o reino de Nárnia.»
Foi num dos Verões mais chuvosos e frios dos últimos anos que Polly e Digory decidiram explorar o sótão da casa velha. Com todo o cuidado, caminharam sobre as vigas e rastejaram ao longo do túnel escuro que ligava as suas casas à casa desabitada do lado.
Quem iriam descobrir? Tratar-se-ia de uma casa assombrada? Talvez até viessem a encontrar um bando de criminosos. De qualquer forma, tinha de haver um mistério para desvendar.
Foi assim que foram parar ao escritório secreto do tio Andrew. E, quando este faz desaparecer Polly, tornou-se claro que aquele Verão monótono se transformaria rapidamente numa aentura estranha e fascinante."




As Crónicas de Nárnia: O Leão, a Feiticeira e o Guarda-RoupaO Leão, a Feiticeira e o Guarda-roupa
"Publicado em 1950 (cinco anos antes de O Sobrinho do Mágico) O Leão, a Feiticeira e o Guarda-roupa é na realidade o segundo volume de uma das séries mais lidas em todo o mundo e considerado um dos maiores clássicos juvenis.
A aventura começa quando Peter, Lucy, Edmund e Susan, durante a Segunda Guerra Mundial, são obrigados a sair de Londres e a instalar-se numa pequena cidade de Inglaterra, na cada de um professor solteirão. Enquanto exploram a mansão, Lucy descobre uma passagem secreta muito especial no guarda-roupa do velho professor. Uma passagem que dá acesso a um mundo prisioneiro de um perpétuo Inverno, prisioneiro da magia da Feiticeira Branca. Por isso, quando tudo parece perdido, alguns esperam o regresso de Aslan, o criador solar das terras de Nárnia. Este livro foi distinguido com o Prémio Keith Barker como o Melhor Livro Infantil do Segundo Milénio."




As Crónicas de Nárnia: O Cavalo e o Seu RapazO Cavalo e o Seu Rapaz
"O Cavalo e o Seu Rapaz é o terceiro de sete volumes que compõem a fantástica série As Crónicas de Nárnia.
A história começa quando o jovem Xassta descobre que o seu pai adoptivo tenciona vendê-lo como escravo a um estranho muito suspeito. Desolado, Xassta conhece um cavalo falante que lhe propõe fugirem juntos para o Norte, mais concretamente, para Nárnia. O feliz reino de Nárnia, onde as montanhas estão cobertas de urze e as dunas cobertas de tomilho, terra onde abundam rios, os vales, a cavernas revestidas de musgos e as florestas profundas onde ressoam os martelos dos anões.
«Uma hora de vida em Nárnia é melhor que mil anos em qualquer outro lugar.»
Pelo caminho encontrarão uma nova companheira, Arávis, e a viagem será longa e recheada de perigos.





As Crónicas de Nárnia: O Príncipe CaspianO Príncipe Caspian
"Nárnia atravessa tempos difíceis e conturbados. Estão longe os dias de paz e liberdade em que os animais, as árvores, os faunos e as flores eram felizes e viviam em harmonia.
Agora a guerra civil instalou-se, os animais estão proibidos de falar e os anões são perseguidos pelos soldados.
Paira no ar um cheiro a destruição e morte que aflige o príncipe Caspian, herdeiro do trono.
É preciso devolver ao reino de Nárnia o seu passado glorioso e, para isso, nada melhor do que trazer de volta Peter, Susan, Edmund e Lucy, outrora reis e rainhas deste lugar mágico e fascinante.
Enquanto esperam, sentados na estação, o comboio que os levará de regresso ao colégio interno no fim das férias, os quatro jovens são surpreendidos por um apelo conhecido: Nárnia está a precisar da sua ajuda..."




As Crónicas de Nárnia: A Viagem do Caminheiro da AlvoradaA Viagem do Caminheiro da Alvorada
"Lucy e Edmund partem de casa contrariados.
A perspectiva de passarem as férias de Verão na companhia do detestável primo Eustance traz-lhes a nostalgia dos dias felizes que passaram em Nárnia.
Pouco depois de chegarem, repararam, porém, num quadro na parede do seu quarto que parece mesmo real. E, quando es aproximam para o verem com mais atenção, uma onda submerge-os e, em minutos, dão consigo a bordo do Caminheiro da Alvorada, na companhia de Caspian, rei de Nárnia. A viagem rumo a oriente é plena de peripécias. Em busca de seis senhores há muito expulsos de Nárnia, Caspian, Lucy, Edmund e Eustace viverão aventuras inesquecíveis: não só encontrarão dragões, monstros marinhos, homens invisíveis e mágicos, como de novo se cruzarão com Aslan, o rei dos animais, que desta feita lhes faz uma estranha promessa..."




As Crónicas de Nárnia: O Trono de PrataO Trono de Prata
"«Como se vai até lá?», perguntou Jill, ansiosa por fugir da horrorosa escola onde andavam.
A resposta de Eustace foi: «Por artes mágicas.»
E depois contou à amiga as aventuras por que passara no reio fantástico de Nárnia, onde os animais falavam e o rei se tornara seu amigos.
E ambos, fazendo força para saírem dali, encontraram-se de repente à beira de um precipício, muito acima das nuvens.
Quando Eustace perde o equilíbrio, Jill assusta-se e pensa que o perdeu para sempre, mas ouve atrás de si uma voz que a tranquiliza e a incumbe de uma missão importante, porque Nárnia precisa da sua ajuda."







As Crónicas de Nárnia: A Última BatalhaA Última Batalha
"Eis-nos chegados ao último volume d'As Crónicas de Nárnia, onde a aventura atinge níveis nunca antes imaginados. Um perigo eminente paira sobre este reino maravilhoso na forma de um falso Aslan que está a transformar Nárnia num terrível inferno. Mas de onde surgiu e quem é aquele leão impostor? Segundo o centauro de barba dourada, um grande conhecedor dos astros, as estrelas não anunciaram o regresso de Aslan para aquela altura. Mas, então, como é que vários narnianos afirmam a pés juntos tê-lo avistado?
Com Jill e Eustace a seu lado, o rei Tírian, o nobre unicórnio Ónix e alguns súbditos leais enfrentam o inimigo numa batalha final que irá determinar o futuro de Nárnia.
E embora seja chegada a hora de nos despedirmos desta obra extraordinária, a verdade é que, apesar das saudades que já sentimos, também nos divertimos muito com esta última narrativa da série."



Não vou falar particularmente de cada livro porque assim o post ficava mais gigante do que sei lá eu o quê mas posso afirmar que o melhor livro da saga, na minha opinião é claramente O Leão, a Feiticeira e o Guarda-roupa, seguindo-se d'A Última Batalha, sendo esse vitima de uma grande polémica religiosa e sexista, o que é claramente evidenciado, tornando-o ainda mais interessante. Adoro coisas controversas. De qualquer maneira, todos os outros livros estão-me altos na consideração.

É uma saga completamente maravilhosa, meiga e repleta de fantasia. Definitivamente um conto-de-fadas para as crianças mais crescidas, que vai ensinar várias lições e ajuda-las a formar uma personalidade e a viver.
E, para os mais velhos, é um voltar ao passado e sentir-nos crianças novamente, onde sonhamos viver num mundo mágico com florestas encantadas, princesas e castelos...

Totalmente recomendado.

Batman: The Brave and the Bold - The Videogame

domingo, 10 de outubro de 2010 — 1 comment(s)
Este jogo, como o nome indica, é baseado nos cartoons "Batman: The Brave and the Bold" (em português: Batman: Os Valentes e Audazes) que agora dá na RTP2 de manhã, caso exista alguém interessado em ver.
É um bocado infantil, nada do Dark Knight a que agora estamos habituados. É muito colorido e pop. Parece-se muito com a série de 60 onde os episódios têm lições de moral e não existem crimes sangrentos nem mortes.

Mas continuando para o assunto do post...



Acabei à pouco tempo o jogo para a Nintendo DS (também existe para a Wii, até tem outras personagens mas só vou falar do que joguei).

Este jogo consiste em ultrapassar vários desafios sempre com a ajuda de algum outro super héroi da DS. Alguns são mais conhecidos pela maioria das pessoas, tal como Green Lantern, Green Arrow e Aquaman mas depois também existe alguns quase que desconhecidos: Plastic Man, Red Tornado e Blue Beetle.
Já no que toca aos vilões, novamente existem os mais conhecidos: Joker, Catwoman e Scarecrown. E outros menos conhecidos (até porque "são vilões de outros hérois): Clock King, Gentlemen Ghost e Black Mantis.
O jogo conta também com algumas aparições do Bane, Batmite e Robin.

Em termos de jogabilidade é single-player mas pode-se a qualquer momento mudar do Batman para o parceiro dessa aventura (até existem certas coisas que o Batman não consegue fazer, isto porque cada personagem tem as suas habilidades próprias).
Os desafios são simples mas há sempre alguns em que se tem de pensar um bocado para conseguir ultrapassar, a sorte é que existem montes de checkpoint pelo jogo todo e assim nunca se tem de andar para trás se o Batman morrer.

Durante o jogo todo também se pode coleccionar bat symbols que se pode usar para comprar upgrades na Batcave e hologramas de outras personagens do Universo DC.

O jogo é curtinho, no máximo demora-se três horas a acaba-lo. Os níveis são engraçados mas chega a determinadas partes que acabam por se tornar monótonos e aborrecidos.


Pessoalmente gostei do jogo. Dou-lhe para ai um 7 (de 0 a 10).
E, ao contrario de muitas pessoas e do que se podia estar à espera (lol), não gostei muito de jogar com o Batman, preferi sempre jogar com os outros. E também não me dei ao trabalho de fazer muitos upgrades, já que raramente o usava e acho que as habilidades dos outros são melhores, e também porque "nunca" se morria, por isso, não fazia mal.
A história é quase nula mas isso não chateia muito, mal reparei nisso. Os gráficos são agradáveis e a música era quase sempre a mesma coisa, ao início achei muito gira mas depois comecei a enjoar.
Já o final do jogo foi...Wtf?

E pronto, este foi o meu primeiro post a falar de um jogo.

Fables

sábado, 21 de agosto de 2010 — 2 comment(s)
O meu mais recente vício deu-se enquanto trabalhava na Kingpin, vício esse chamado de Fables.
O que ao início me pareceu meio estúpido, acabou por se tornar das coisas mais interessantes que li dentro de um mundo de fantasia.

Esta série conta-nos as histórias de vários fables (personagens que todos nós conhecemos dos mais diversos contos-de-fadas e folclore) depois de terem sido forçados a sair das suas Terras Natais, devido às invasões do The Adversary, para uma pequena comunidade no nosso mundo, dentro de Nova Iorque, dividida em: Fabletown (onde moram os fables que passam por humanos) e The Farm (onde vivem os que são monstros, animais ou derivados).


Existem várias personagens importantes nesta história mas, claramente, que as principais são a Snow White, agora divorciada do Prince Charming depois de esta o ter apanhado na cama com a sua irmã gémea Rose Red, e actualmente vice-presidente da comunidade de Fables; e o Bigby, o famoso Big Bad Wolf das históridas do Capuchinho Vermelho e dos Três Porquinhos agora reformado e bem aceite por todos (ou quase) que ganhou a habilidade de se transformar em humano quando quer e trabalha como xerife.

Outras personagens muito relevantes para o decorrer da história são, por exemplo, a Red Rose, Prince Charming, Bluebeard, Beauty, Beast, Briar Rose, Cinderella, Old King Cole, Pinocchio, Geppeto, Boy Blue, Goldielocks, Frau Totenkinder, Baba Yaga, North Wind, Snow Queen, Red Riding Hood, Flycatcher... Mas infelizmente dessas não posso falar aqui porque se não é spoiler atrás de spoiler.

Continuando, a história começa com a investigação do desaparecimento e suposto assassínio de Red Rose, depois passa para um thriller de conspiração e termina como sendo uma espécie de romance policial. E claro, no meio disto tudo, existe a história de amor entre Snow e Bigby.

Não é possível fazer um resumo do que se trata Fables, toda a história tem várias histórias dentro dela, e é por isso que se torna tão interessante, vê-se várias coisas que nunca nos passou pela cabeça imaginar com as personagens da nossa infância (e posso apontar que isto está longe de ser para crianças, se é que me entendem... e para além disso tem muita violência).



Queria mesmo muito prolongar-me e contar toda a história mas não quero spoilar todos os plottwists aqui existentes.

E para além dos 14 volumes de Fables existentes, existem ainda 3 spin-offs:

- 1001 Nights of Snowfall: É a prequela da série Fables em que Snow White foi enviada para negociar com o sultão dos Arabian Fables. Devido ao sultão se ter sentido ofendido por Fabletown ter enviado uma mulher para falar com ele, é decidido que Snow tem de morrer mas ela salva-se a contar-lhe todas as noites (1001) uma história diferente até que tem a ordem de se ir embora. Esta graphic novel contém 10 histórias diferentes, entre elas o passado de Snow com o Prince Charming, o passado de Bigby, de como ambos de conheceram pela primeira vez, a história de Flycatcher, de Frau Toterkinder, entre outros.

- Peter & Max: A Fables Novel: Este conta-nos o passado desses dois irmãos e de como Peter Piper se tornou no Pied Piper of Hamelin. E sobre este não posso dizer mais nada...

-Cinderella: From Fabletown With Love: Basicamente, uma missão da espia Cinderella que ocorre ao mesmo tempo que um determinado episódio de Fables e alguns flashbacks da história da mesma.




Acho que já dei a entender que adorei esta colecção de comics e o que mais gostei dela foi mesmo o romance da Snow e do Bigby, duas personagens que ao início é completamente wtf de imaginar juntas, principalmente por ela ser uma pessoa e ele... um lobo, mas que depois se torna tão bonito que se lê tudo à pressa para se saber o que lhes vai acontecer depois. E bem, o final dos dois não me desiludiu, é tão simples e lindo :) /fangirl.

Aconselho vivamente a todos os que gostem de uma boa história e que, principalmente, gostem de contos de fadas!

Batman: Snow

quarta-feira, 11 de agosto de 2010 — 0 comment(s)
Como não sabia o que havia de ler, decidi dar uma oportunidade a um comic de Batman que aqui estava com uma história e um vilão que não me chamam nada à atenção mas que tem uma capa linda.

"Chilly Reception
At the dawn of his career, Batman feels that safeguarding Gotham City is too big a job for one man, and recruits allies for his war on crime. With a clandestine team in place, the Caped Crusader branches out to secure the city he's sworn to protect.

But everything changes when a brilliant scientist's desperate attempt to save the life of his terminally ill wife goes tragically wrong - and a new type of threat is born. As the Masked Manhunter faces his first super-powered villain, Mr. Freeze, he begins to eralize that malfeasance comes in many deadly forms, and some offenders are more powerful than he.

How will the burgeoning crimefighter overcome this new menance while protectiong not oly his associates, but also the innocent citizens of Gotham?"


Como estava à espera, a história não me fascinou, também já a conhecia (conta como o Victor Fries se "transforma" em Mr. Freeze) e não acho grande piada ao vilão. Mas, para compensar, tem ilustrações lindas. Eu comprava este comic apenas por elas. Adoro as cores e a forma de desenhar do Seth Fisher. É tudo tão fofinho, até as lutas aqui me pareceram meigas (não sei se isso é bom ou mau, sinceramente... Mas é bonito!!) Tem um toque de je ne sais quoi de magia. Adorei os fatos da Nora. ♥

É um comic com muita pouca acção e com um Batman simpático que anda atrás de pessoas com batcards para as contratar para o ajudarem. Não faz muito sentido para mim, isso. Parece-me um bocadinho fail.
Devo é acrescentar que gostei foi muito do final ."Flying Graysons Tour New England" ;)

Flash: Rebirth

Acabei mesmo agora, durante a minha hora de almoço de ler Flash Rebirth and dudes...

"Barry Allen - the Flash. His birth kick-started the Silver Age, and his heroic death defending the universe from a cosmic Crisis made him a legend.

Now another Crisis has brought Barry back to life, and the Fastest Man Alive is out of step with the world. With the Flash lengancy well preserved, Barry has no purpose except to try to solve the one mystery that eluded him during his previcous life - the murder of his mother.

But mysteries abound surrounding Barry's return. Why was Barry able to escape the Speed Force - the extra-transformation is Barry undergoing when he's around other speedsters? And most of all, who is it who brought Barry back to life... and was the Flash reborn only so he could be destroyed once again?"

Rendo-me, este comic conseguiu deixar-me de boca aberta. Épico. Sem palavras. O Bruno bem que me o tinha aconselhado. Foi a melhor coisa que li desde que estou aqui na loja.
Gosto do Flash mas não é dos meus super hérois preferidos, mas com este comic ele subiu muito na minha consideração. Este renascimento parece que o fez menos... Estúpido e mais crescido.
Ai, as coisas que as coisas que as pessoas estão prontas a abdicar por aqueles que amam...

Só para quem não sabe nada de Flash é que pode não entender nada e achar tudo confuso, não é, Rita? *wink wink*

Green Arrow: Year One

E pronto, mais um dia, mais comics.

Mas hoje vou começar por falar do último comic que li ontem que já não tive tempo de fazer o post sobre ele.

"Isolated. Beaten. Hungry. Vengenful.

Oliver Queen is a frivolous playboy with little care for anyone or anything - apparently even himself. But he's double-crossed and marooned on a jungle island, he finds that he does care about something: justice!

Armed with nothing more than a makeshift bow and arrows, Queen struggles to survive in his new, unforgiving environment - all while battling the violent drug runners who are responsible for his abandonment."



Eu já conhecia por alto esta personagem (principalmente devido ao seu relacionamento com a Black Canary) e de algum modo sempre me agradou. Principalmente por ser mais um super héroi sem poderes e ainda mais limitado que... sei lá, o Batman ou o Ironman, (não quero saber se ele é Marvel e eu estou a falar de DC, ele também não tem poderes) por não ter todo aquele treino de luta e só usar um arco e flechas. Gosto mesmo de ver simples humanos a lutar pela justiça e o Green Arrow agradou-me por isso que já disse, ser muito limitado e ajuda as pessoas porque quer, porque sofreu na pele, não porque tem algum trauma de infância *wink, wink*. E acho que também devo ter alguma coisa por playboys milionários, quem me conhece sabe que os meus hérois preferidos são o Batman e o Ironman (vêm a linha condutora?). E também por gostar muito do design dele. Soooo Robin Hood (well, duh). 'Pá, ya, já deu para entender que passei a gostar mesmo da personagem.

Quanto à história, achei interessante, nada de especial mas interessante. É uma história "simples" e um bocado clichet: Uma pessoa parva, quase que morre mas vai parar a uma ilha e tem de lutar para sobreviver e passa a dar valor à vida e muda um bocado como pessoa e para de ser tão parva. Mas algo nessa história normal me cativou, foi bonito da parte dele ajudar aquelas pessoas mesmo que por parte, tenha sido vingança MAS não posso spoilar... Enfim, o Oliver é um héroi muito fixe e gosto da evolução que ele vai sofrendo com o crescimento (isto começou quando ele era puto e ele actualmente é um homem mais... velho e casado), acho que devia ser mais explorado (ou não, depois ainda o estragavam...) mas não devia ser tão extra. Com isto, tenho mais um super héroi para seguir e vou, decididamente, começar a ler Green Arrow.

JOKER

terça-feira, 10 de agosto de 2010 — 0 comment(s)
Porque ler é fixe, agora acabei de ler a graphic novel "Joker", também para limpar a porcaria de comic que li anteriormente...

"I dind't know the particulars as to why, but he was... Joker was being released from Arkham Asylum...

So begins this searing look at the crazed world and cracked mind of the Joker... the crowned king of the Gotham City rackets.

Joker is getting out of the madhouse and, though he's laughing, he's not happy. While away, his fellow rogues have sliced and diced his chunk of the pie and sold it off for scrap - thinking he was gone for good. But now Joker's back on the street and eager to make Gotham bleed like it's never bled before.

During thins long night of the soul, he'll cross paths with the likes of The Penguin, Two-Faces, Killer Croc, Harley uinn, The Riddler and, of course, The Batman... and heaven help them all.

Told through the eyes of his loyal (but naive) henchman Jonny Frost, JOKER, is a true noir crime novel - a harrowing journey into a city of rain-soaked streets, dirty sheets and nothing but bad choises."

A história trata-se, muito resumidamente, do Joker a tentar recuperar o seu "reinado" de crime em Gotham City, mas, desta vez com a pequena ajuda de Jonny Frost, possivelmente o mais próximo que este teve de um amigo. Mas, como todos já sabem, esse tipo de relações para o Joker são aliens.

Um ambiente muito obscuro e rodeado de sexo, drogas e rock and roll, de algum modo parecido com o filme Dark Knight (em que por acaso, o Joker está visualmente muito parecido).
Foi uma leitura muito interesante e serviu para limpar o Joker da treta do comic que li anteriormente e, melhor que isso, nesta graphic novel apesar de muito pouco, existem espécies de demonstrações amorosas do Joker para com a Harley, se bem que muito despercebidas.
Sem comentar que adorei a arte :D

Batman: Going Sane

E como fiquei com o bichinho do Joker, decidi ir ler um comic mais centrado nele do que no próprio Batman, escolhi o "Batman: Going Sane".

"After killing Batman, what's a madman left to do?!

The Joker has finally done the impossible: dispatched his archnemesis Batman in the most descicable way possible. Ding-dong, the Batman's dead!

Puttin his life of crime and trademark look - behind him, the Joker settles into the simple life, even finding time for a little romance. Now, there's nothing stopping the Joker from a life of normalcy... exept there's no escaping the Bat - is there?"


Não gostei deste comic, fiquei mesmo desiludida, quando li a contra capa pareceu-me interessante e prometia uma história boa, mas estava errada.

Basicamente a história gira à base do Joker que conseguiu matar o Batman (de uma maneira completamente estúpida e fácil de mais) e que depois acorda um dia como sendo uma pessoa normal, sem maquilhagem nenhuma (nem cicatrizes, para mim o Joker tem de as ter, não quero saber) que tropeça numa gaja qualquer que não interessa a ninguém, apaixonam-se, o Joker (agora Joseph Kerr) pede-a em casamento e ficam noivos. E do nada, quando claro, ninguém estava à espera, o corpo do Batman é encontrado e ele está vivo! Ele volta à acção, à procura do Joker e, quando o Joker menos espera, lembra-se de tudo e volta a ser o Joker ruim e usa a namorada como refem, mas depois lá olha para ela e não tem coragem de lhe fazer mal e entrega-a ao Batman. O resto não interessa porque realmente esta história não tem piada nenhuma. Ah! E por momentos até parece que o Batman é que é mau porque faz com que o Joker volte a ser o Joker.

Adorei pensar no que seria a vida do Joker sem o Batman, porque um não pode existir sem o outro, o próprio Joker já disse isso várias vezes em vários outros comics mas, certamente que não se ia tornar uma pessoa normal só com pseudo vipes de vez em quando. Se o Batman morresse, seria muito mais complexo que isso. O Joker NUNCA poderá agir como uma pessoa normal e mentalmente sã. E não se ia apaixonar de um momento para o outro. Não era capaz de ter um relacionamento normal. E agora, sendo fangirl, a única mulher da vida do Joker é a Harley Quinn e não me estendo mais porque no passado já fiz um post sobre o relacionamento destes dois.

Epá, tudo nesta história é ranhoso, ocorre depressa de mais, e lá está, falta-lhe muita psicologia, que para mim é muito importante numa história. Era uma ideia engraçada mas que foi completamente pelo cano abaixo. Não entendo como é que existem pessoas que que dizem que é dos melhores comics do Joker alguma vez feito.

Batman: Joker's Asylum

Hoje fiz a minha primeira leitura completa na Kingpin.
Comecei pelo Joker's Asylum, que já estava à que séculos para ler.

"Everyone is a a little crazy. Some more than others.

All heroes have a rogue gallery, but the Dark Knight has the most terrifyng and deeply fractured of all.
Take a twisted journey with Batman's deranged enemy, the Joker, to explore the psychosis of several of the Dark Knight's famouse foes. Let the Clown Prince of Crime present you with a closer look at the tormented live of such monsters as the eleganty evil Penguin, the deadly beautiful Poison Ivy, the fearsome Scarecrow and the lethally Two-Face. What causes the descent into madness? What does a shattered psyche look like? What darkness lives in the heart of a killer?

The Joker will show you - but be warned: once you enter the Joker's Asylum, you may never escape."

Como dá a entender, este comic explora um pouco da mente dos vilões acima referidos, incluindo, obviamente, o próprio Joker. É uma leitura muito interessante, tentar entrar e explorar a mente destes psicopatas, entender o que faz sentido para eles, o que é certo e errado. Cada um com a sua ideia diferente de moral que, por mais bárbara que possa ser, não é totalmente errada... Cabe ao leitor tirar a sua própria conclusão de cada história. Mas uma coisa é certa para todos: a mente de um psicótico trabalha de uma maneira curiosa, é muito mais complexa do que cada um pode inicialmente pensar. Por detrás de todas aquelas atitudes aparentemente inumanas, existem muitas emoções completamente normais de um ser humano, emoções que todos nós temos...

Mal posso esperar por encontrar o Joker's Asylum II para ler :)

Pessoalmente, as histórias que mais gostei são a do Penguin, Two-Face e claro, a do Joker: O vilão perfeito. Cada vez gosto mais desta personagem. É possivelmente das mais inteligentes que por ai andam. Conhece tão bem os pontos fracos humanos e sabe exatamente como os relevar. Faz sempre um bom trabalho no que toca ao mostrar o "lixo" de sociedade que existe actualmente.

Cosplay no "Você na TV"

sábado, 7 de agosto de 2010 — 1 comment(s)
Pois é, na passada quinta-feira eu e outros cosplays convidados pela revista online E-zine Cosplay estivemos em directo do programa "Você na TV" da TVI.
Para os interessados, eu sou a com cosplay de Rydia (versão Amano) de Final Fantasy IV (para quem não sabe: a que está só de verde).
E fica já aqui registado que foi uma experiência óptima.

O dia começou cedo, depois de me ter deitado às 3h, tive logo que me levantar às 5h. Moro no Seixal, na Margem Sul e tinha de estar às 9h em Queluz de Baixo, na outra margem. Foi acordar, tomar banho e vestir-me à pressa, pegar nas malas com o cosplay que já tinha deixado feitos com um dia de antecedência e ir apanhar o autocarro. Depois de ter chegado ao Terminal Fluvial do Seixal ainda fiquei um bocadinho à espera que a minha amiga Rita chegasse. Vi o nascer do Sol, foi tão lindo, fiquei com vontade de acordar todos os dias cedo para ver aquele céu cor-de-rosa e cheirar aquela brisa. Bem, a feiosa da Rita lá chegou e fomos apanhar o barco. Chegamos ao Cais do Sodré e ainda era muito cedo. Lá decidi eu ser gorda e comprar o pequeno almoço para comer pelo caminho. Apanhamos o taxi e, por acaso, a viagem foi muito gira e curta. Chegamos lá uma hora antes mas já lá estava o Ricardo (Moogle) e a Leonor (Leo).

Estivemos na conversa a fazer tempo até que eu e a Leonor decidimos que devíamos era ir tratar da nossa maquilhagem porque demora sempre montes de tempo a fazer. Quando estávamos à procura dos camarins lá vimos o Goucha a ser maquilhado de porta aberta. Bem, tenho a dizer que o senhor é muito simpático, não estava nada à espera! A meter sempre conversa com toda a gente, ainda falou com a gente e tudo! Elogiou os nossos vestidos, lol. Fiquei mesmo surpreendida, tinha uma ideia completamente generalizada de apresentadores de TV, como o Herman José é idiota pensei que este também o seria.

Depois da pequena conversa com o Goucha lá encontramos o camarim (parecia mais uma casa de banho grande que outra coisa, até em eventos de cosplay tive melhores condições) mas pronto. Passado montes de tempo, depois de termos acabado a maquilhagem lá apareceram o resto dos cosplayers: Sara (Dark), Patrícia (Kali), Daniela (Yuna), a Marta (Yunie), o Pedro (Gokuh), a Ana Paula (a "mãe") e a Delfina (Ureshi)! E pronto, ai foi a guerra para nos vestir. Foi uma confusão que eu já transpirava stress por tudo que era sítio. Os camarins eram pequenos, haviam bailarinas também a preparar-se, os nossos fatos eram enormes, havia pessoas que se precisavam de maquilhar... Passou-se uma hora nisto mas pronto, depois de estarmos todos despachados o stress foi substituído por nervosismo (descobri que tenho medo de câmaras).

O cenário do programa do "Você na TV" é super pequenino!! E é dividido ao meio! Metade é esse programa, outra metade são as "Tardes de Júlia". Já sabia que cenários são sempre pequeninos, já tinha visto os da SIC que por si só já eram pequenos, mas os da TVI são minúsculos! Quando o programa começou nós ficamos atrás das câmaras a combinar o que cada um dizia porque como nos fizeram perguntas pelo e-mail, pensamos que íamos ser entrevistados... E sentados no cenário das "Tardes da Júlia" com mais velhotas que lá estavam a assistir. Também dançamos ao som da música pimba e o Goucha achou muita piada, mas isso é outra história.

Chegou finalmente a nossa vez. Estava super nervosa mas depois lá passou. Entramos em directo mas só lá ficamos uns 5 minutos. Só a Marta, a Leonor, a Ana Paula e o Pedro é que falaram. E ainda bem, aposto que se me fizessem falar me ia engasgar toda. Só me irritou um bocadinho ter tido de acordar super cedo e andar à pressa a vestir o cosplay para lá ficar um bocadinho de nada com o Goucha quase sempre a interromper toda a gente. E não sei porque é que nos andaram a fazer perguntas por e-mail, não nos entrevistaram nem nada parecido, enfim. Mas só me irritou mesmo minimamente, foi uma experiência muito divertida!

Fotinha de grupo! E a porcaria das alças de silicone transparente do sutiã super apertadas a fazer ainda mais banhinha :(


Saímos, tiramos umas poucas fotinhas, fomos despir os fatos e ficamos à conversa e por fim fomos tratar do prometido pagamento dos transportes. Demorou montes de tempo mas lá nos pagaram tudo.

Infelizmente não conseguimos tirar uma foto com o Goucha, ele durante o intervalo ficou lá a falar com as velhotas todas :(

Depois disso cada um foi para o seu taxi. Fui com a Rita para o Cais do Sodré à espera do barco dela e depois apanhei o metro para ir para a Alameda buscar as chaves da loja para que vou trabalhar a partir da semana que vem, a Kingpin. Só depois é que pude ir finalmente descansar e comer qualquer coisa em casa porque não tive tempo para almoçar. Mas não vim de mãos a abanar, ganhei os dois primeiros comics do "Batman: The Return of Bruce Wayne." :D

Para os interessados, aqui fica o vídeo:



E pronto, foi assim esse meu dia. Foi muito cansativo mas gostei mesmo mesmo muito da experiência. Espero poder voltar a repetir!

André,

terça-feira, 3 de agosto de 2010 — 1 comment(s)
eu sempre fui uma pessoa muito reservada e tive muita dificuldade em expressar os meus sentimentos perante as pessoas. Simplesmente não o sei fazer, quer por escrito quer a falar, a única maneira que costuma resultar é, discretamente, pelas minhas acções. Mas enfim, vou dar o meu melhor. Aquilo que escreveste deu-me coragem de fazer uma coisa que queria ter feito já à bastante tempo.
Eu não sei nem por onde começar, é tanta coisa... Vou apenas limitar-me a escrever conforme as coisas me vêm à cabeça... Porque não sei como melhor fazer isto.

(EDIT: E desculpa lá o testamento. Agora responde-me com um "ok" ou algo do género e morres! Uma pessoa aqui cheia de trabalho... Mereço que sejas simpático! Also, não me apetece ir emendar os erros que por ai estão.)

Tu foste sempre aquela pessoa que ainda hoje não sei explicar o porquê de nem eu sei bem o quê.

A primeira vez que falei contigo, a primeira vez que te vi depois daquele Photoshoot (que foleiro, falar de eventos aqui)... Não sei! Houve um click qualquer dentro de mim, uma espécie de linha invisível que me prendeu automaticamente a ti. Mas lembro-me de tudo tão bem, aquele meet com o concerto dos Tempura em que tu me puxaste, juntamente com o Killi, para snifar incenso, oh, parvoíces. Havia algo em mim que queria sempre ter assunto de conversa contigo, ver-te... Mas que sabia eu, não passava de uma pita de 15 anos, não é? Isto não é de modo algum um ataque, é simplesmente o que acho, eu era realmente uma pita que não entendia muita coisa e, penso que naquela altura até tu pensavas isso de mim.

E é, devido a isso, que hoje penso que foi esse meu pensamento que me fez "parar" e entrar uma relação com o Pedro. Porque não, não é? Eu nem sequer sabia porque raio me importava tanto contigo. A verdade é que por algum motivo que me ultrapassava por completo, ele tinha ciúmes teus.

Chegou um ponto em que no FIBDA desse ano eu fiquei realmente muito zangada comigo mesmo. Tu estavas lá com uma rapariga completamente desconhecida para mim e pronto, houve um bichinho qualquer que me picou e sai de la completamente amuada, sabia lá eu porquê. Isso não era suposto de me acontecer de modo algum, certo?
(Que criança...)

Algum tempo passou e o que eu tinha com o Pedro, apesar de ter superado muitos obstáculos que até são do teu conhecimento (e de muitos outros, diga-se de passagem), começou a desvanecer-se. No entanto, contigo continuava a conversar.

As nossas conversas - conversas essas que até hoje nunca foram lidas por mais ninguém - aos olhos de muitos poderiam parecer muito estranhas e erradas até. Não que isso me importasse, no fundo, mesmo que uma parte de mim dissesse que não devia continuar com isso, a outra parte dizia para ir com o flow, que não pensasse sequer nas consequências, afinal de contas, o que eu tinha com o Pedro desapareceu.

Mas foi com o Pedro que aos poucos comecei a crescer, a deixar as pitisses para trás. Comecei a entrar devagarinho no mundo dos crescido e foi depois de termos acabado o namoro que acordei para o que possivelmente se estava a passar comigo. Se calhar aquelas conversas que tinha contigo significavam algo mais para mim do que ao que inicialmente pensei. Comecei a perguntar a mim mesma "Será que...?". Bem, chegou aquela altura em que pensei seguramente que sim, gostava de ti.

Apesar de ter "começado" a crescer, nessa altura a minha mente ainda não era totalmente adulta (e possivelmente, nem hoje é) mesmo que dissesses que para a minha idade, já não tão criança como as outras pessoas da minha faixa etária.

Com 16 anos quase que acabados de fazer, criei coragem e pensei "Porque não? Não tenho nada a perder." E assim combinamos "sair". Novamente, lembro-me muito bem de tudo. Lembro-me do meu nervosismo naquele barco, do meu coração quase a saltar do peito quando pela primeira vez me beijaste...De tudo. Tal como tu de certeza que também te lembras. Mas lá está, entreguei-me simplesmente e não quis pensar em consequências. Voltei feliz para casa a cantarolar Hey There Delilah.

Depois disso foram uns dias felizes e todos esperançosos (para mim, obviamente) até que não sei. Acho que passado algum tempo me apercebi que algo estava mal. As nossas conversas começaram a "morrer" e como eu sempre fui uma treta autêntica a ter assunto de conversa, chegou uma fase que morreram mesmo. Nessa altura meti na cabeça que tinha aparecido uma rapariga qualquer na tua vida. Isso conseguiu irritar-me muito, no entanto permaneci calada. Não queria ser chata, uma coisa que tenho sempre medo de ser, e muito menos poder dar a entender que tinha algum sentimento além da amizade por ti (se calhar não consegui esconder bem, na mesma). Não te culto de modo algum por isso, eu nessa altura fui uma autêntica idiota. Não culpo ninguém mas se agora tiver de culpar alguém, culpo-me a mim própria. Eu é que fiquei calada e nunca mais fui meter conversa. Se eu não tivesse feito isso sabe-se lá o que poderia ter acontecido, eu nem sequer sabia se realmente existia alguma moça.

Entretanto apareceu mesmo alguém na tua vida, a Carolina.
Credo, como eu fiquei magoada contigo apesar de não teres tido culpa alguma. É que andei mesmo totalmente "emo" durante esses tempos. Mas nunca te desejei qualquer mal com ela, ou pensei coisas feias a teu respeito, eu gostava de ti e queria que fosses feliz.
Foi bom enquanto durou.

Com a minha pequena revolta mental cometi várias disparates, meti-te com outras pessoas (lol) só para provar a mim mesma que não precisava de ti para nada. Lá cheguei à conclusão que estava a ser uma autêntica parva, que isso não ia ajudar-me em nada, apenas estava a ser ridícula, por isso parei.

Aos poucos, depois de me mentalizar que não havia nada a fazer, lá comecei a melhorar. É ai que entra uma pessoa, uma pessoa que ajudou a curar o meu ego ferido, o Guilherme.
Bem, eu já te contei essa história, essa história que a pessoa acima referida foi bisbilhotar nos meus registos. O que tenho a dizer é que ele não agiu nada bem, mas eu também não. Nunca o devia ter usado como ombro de apoio, foi uma coisa horrível da minha parte de se fazer mas bem, toda a gente erra. Com isso aprendi e agora não vou voltar a cometer o mesmo erro. Isso não quer dizer que não tivesse mesmo gostado dele, até gostei e arrependo-me profundamente do que lhe fiz. Mas realmente comecei a ver que aquilo não ia evoluir mais e como nesse tempo todo que passou - entretanto já tinha feito os meus 17 anos (e tu viste-me no meu dia de anos, no Cais do Sodré à espera dos convidados para a minha festa de anos, estavas com a Carolina, cumprimentaste muita gente e não me falaste, fiquei um bocadinho triste, mas tu pensavas que eu estava chateada contigo...) - começava a entender ainda melhor o mundo à minha volta e vi mesmo que não podia continuar a mentir a mim mesma, nem lhe mentir a ele, que não merecia.
(É aqui que entra aquela teoria que "gosto muito" que as pessoas de usam enquanto necessitam, não que seja por mal, mas é inconsciente. Os humanos são egoístas por natureza. Lol.)

Adiante, mas mesmo assim dentro da época em que namorava com o Guilherme. Como deves de ter entendido, eu nunca te superei completamente. Quando te vi naquela festa do Montijo quis fugir de ti, não que estivesse chateada contigo ou algo do género, mas apenas porque não sabia o que fazer ao encarar-te novamente depois daquilo que passamos. O Guilherme compreendeu e lá largamos o grupinho para eu não ter de te ver. Não que isso tivesse resolvido muito mas tive o "azar" de te ter de cumprimentar naquela noite. Não soube mesmo o que fazer e quis desaparecer dali o mais rápido possível.

Passaram-se uns tempos depois desse incidente, apanhou mesmo o momento certo em que o meu relacionamento com o Guilherme tinha começado a entrar em crise. Mas oh, nesse momento já eu estava completamente curada (pensava eu). Chegou o dia do FIA, aquele cosplay onde eu voltei a usar aquele fato com que tu me viste pela primeira vez, de Seras Victoria, e do nada apareceste lá. Quando me contaram isso eu entrei em transe. Novamente não sabia o que fazer. Fui a palco, desfilei com o fato. Bolas, estava tão nervosa nesse momento, sai do palco e não me consegui conter apesar do esforço, desatei a chorar agarrada a minha amiga Carolina. Ela perguntava-me que raio eu tinha e o que tinha acontecido. Eu só soube responder "Nervos. Nervos de estar aqui uma pessoa que não devia estar porque eu quero conseguir falar com ela mas não consigo.". Ela abraçou-me e acalmou-me. Entretanto apareceu o Vic que entendeu logo que eu não estava bem, apesar de não saber de nada da nossa história e também me acalmou como só ele sabe fazer. Deixei de ser estúpida naquele momento. Porque carga de água estava eu ali a chorar?! Tinha de ter coragem, tu nunca me fizeste nada de mal nem eu a ti. Simplesmente não havia motivo nenhum para estar assim. Resolvi finalmente naquele dia ter uma atitude.
Chegou a entrega dos prémios, para minha surpresa, fiquei com o segundo lugar. Ainda hoje não acho que o mereça mas não me importa, naquele momento isso foi muito importante para mim. Deu-me uma espécie de empurrão nas costas a dizer "Não sejas idiota! Tu quando queres e te esforças consegues tudo que queres!". De que modo um prémio de cosplay me ajudou a entender aquilo que já sabia mas que naquele momento me tinha esquecido? Não sei. É estúpido.
Mas não é isso que interessa! Falei contigo, andamos pelo FIA a passear com os outros. Fui sempre bitchy, como tu disseste. Realmente estava mesmo a ser. Queria provar a mim mesma que estava bem comigo mesmo e tu já não me afectavas. E olha, resultou. E muito bem! Toda essa crise passou-me. Estava feliz comigo mesma.

Consegui mandar-te uma sms de parabéns no teu dia de anos sem qualquer problema, e graças a ela conseguimos esclarecer algumas coisas e a partir dai parei de ter qualquer problema de falar contigo. O que se passou entre nós, lá está, passou. Move on, girl!

Chegou o dia em que eu e o Guilherme demos um tempo. Estive de férias por ai mas quando elas acabaram e com promessas das coisas serem diferentes, eu e ele voltamos. Mas mesmo assim dentro de mim eu sabia que não devia ter feito isso. Ele não merecia as minhas incertezas. Nem eu merecia outras coisas...

Por mera coincidência, na noite daquele torneio de Tekken em que ambos fomos e estivemos montes de tempo a tagarelar, eu e ele conversamos. Ele desconfiava e eu dei-lhe as certezas. Queria acabar com ele. Pois bem, acabamos. E eu senti um grande alivio se bem que consciência pesada. Nunca tive intenções de o magoar.

De vez em quando lá conversávamos e eu sentia-me feliz por as coisas estarem a voltar a ficar bonitas. Depois, quando nos anos do Gira nos enfiamos num quarto a ver filmes de zombies, o que era inesperado para mim (mas que queria muito que acontecesse) aconteceu. Voltamos a beijar-nos. Geez, como eu fiquei feliz. Pena foi nos terem interrompido a sessão.

A partir desse dia, Jesus, voltei a senti-me uma pita feliz. Voltamos a falar muito bem, eu conseguia abrir-me contigo, trocávamos sms... Ai, sei lá, apareceram-me borboletas no estômago. Agora era tudo bastante óbvio para mim, o que estava a acontecer.

Depois foram todas aquelas coisas... O dinheiro que gastaste a mandar-me sms no Natal, a nossa ida ao cinema para ver o Avatar e o sabor a "Fantas", o último dia do ano... Saímos dos Armazéns do Chiado sozinhos e deixamos os outros lá, andei finalmente agarrada a ti, foi tudo tão simples mas fofinho... A nossa despedida, quando eu ia para o Seixal com os outros festejar a passagem de ano na minha casa e tu ias para o Montijo festejar com a tua familia, o que me disseste ao ouvido... Opá, cenas lames (tudo no bom sentido, obviamente). Depois quando me ligaste à meia-noite para me desejares um Bom Ano novo... Quando me ligaste novamente do nada já com vinho tinto a mais no sistema e disseste que gostavas muito de mim... Olha, cenas...!
Foi uma passagem de ano awesome, 2010 prometia.

Estávamos sempre a falar e a trocar sms, sempre a dar hints discretos. Depois com aquela sms que dizias que tinhas ciúmes do Vic... Fuck, fiquei mesmo com a certeza absoluta que os meus sentimentos por ti finalmente eram mútuos. Penso que foi ai que de certo modo nos declaramos, foi óbvio. Depois, finalmente, dia 7 de Janeiro, no dia do meu décimo oitavo aniversário que fomos sair já com uma ideia do que iria acontecer. Fomos a Roma ver Sherlock Holmes, adormeci no teu ombro porque já tinha visto o filme... Fui uma fail, mas não importa! Quera era estar contigo. E bem, começamos a namorar, finalmente. Foi a melhor prenda que recebi, e a melhor maneira de entrar na "vida adulta".

A partir desse dia foi tudo tão bonito. Estava mesmo feliz com tudo. Mas tudo que é bom, dura pouco. Criaram-nos aqueles problemas com que estás bastante familiarizado mas que nem me vou dar ao trabalho de falar porque não merecem ser mencionados na coisa mais gay que alguma vez escrevi. E a tua não preparação para voltares a estar numa verdadeira relação.
Acabamos.

Já desconfiava, mas mesmo assim doeu muito. Sabias e sabes bem o que sentia por ti, tens razão quando dizes que me magoaste. Mas agradeço-te por teres sido sincero comigo e me teres dito todas aquelas coisas. Gostei muito de saber que não querias estragar nada comigo com as tuas incertezas. Eu também prefiro ter-te como amigo do que não ter-te de modo algum. És uma pessoa muito importante para mim.

Pouco me importa o que disseram e dizem sobre ti (e o que vão dizer depois de ler isto). Preocupaste-te e ficaste do meu lado a apoiar-me quando passei por aquela "crise", mas foi graças a ela que descobri com quem realmente podia contar. Actualmente já sei em quem confiar e só consegui desculpar uma pessoa. De resto, como tento não ser uma pessoa com ressentimentos, falo normalmente com as outras quando estou com elas, mas nunca mais será a mesma coisa. O que aconteceu pode ser tanto interpretado como uma coisa má, ao saber que perdi de certo modo alguns amigos, como pode ser uma coisa boa: Descobri quem são os meus verdadeiros amigos, o que me tornou ainda mais próxima deles e por isso, ironicamente, a minha vida deu uma grande volta. Agradeço-te por isso.
Não te sintas culpado, eu não perdi com isso, só ganhei. Tudo graças a ti. Por isso pára de pensar que falo mal de ti ou seja o que for! Às vezes pareces que queres mesmo que fale para, sei lá! Te aliviar de alguma coisa de mal que pensas que me possas ter causado?! Volto a dizer que nada na nossa relação me causou algum mal. É verdade que fiquei mesmo muito triste, mas isso passou. Não precisas de pedir desculpas, oh totó. Agora estou bem, tenho noção que cada um vai tomar o seu rumo e não me importo com isso. O que mais me importa é que ambos sejamos felizes.

Tenho a intenção de continuar a atormentar-te a vida, mas agora no papel de amiga. E ainda vou cumprir a minha promessa quanto aos comics! Qual chapéu qual quê, senhor André! Fico à espera de me ensinares a jogar, oh cara de cu!

Obrigado por teres ficado do meu lado.
Obrigado por teres sido sincero comigo.
Obrigado por me teres feito crescer.
Obrigado por existires.
Obrigado por tudo.

(Agora devias também tu agradecer-me por ser uma das mais pessoas mais awesome, linda e perfeita que conheces!)

E se lá atrás disse "Foi bom enquanto durou", agora vou ser super lamechas (até porque este testamento não é nada disso!!) e dizer: Foi o suficiente para se tornar inesquecível.
Sente-te importante! Vais estar sempre aqui (L)
(Agora depois de eu ter sido bué sincera começa a pensar que sou uma doida obcecada que levas é um pontapé no focinho, oh c*r*lho!)


Sê feliz, sabes que gosto muito de ti e vou estar sempre ao teu lado quando precisares.


Beijo.
...And I still see you.

Exposição Universo Star Wars

quinta-feira, 29 de julho de 2010 — 1 comment(s)
Há uns dias atrás fui com o Paulo e o Tiago a uma exposição de Star Wars que está de momento a decorrer no El Corte Inglês em São Sebastião.

Não foi nada de outro mundo, estava à espera de algo mais (tipo aquelas exposições que vemos na TV mas ya, sonhei um bocadinho), aquilo era mais bonecada que outra coisa, mas, mesmo assim, até gostei muito.
Aquilo tem desde uma grande colecção de PollyPockets de Star Wars (como eu passei o tempo todo a chamar ), posters, lancheiras antigas, um busto do Darth Vader cor-de-rosa, action figures e mais action figures... Depois tem ainda uma loja onde vendem tudo e mais alguma coisa, desde roupa a legos, fatos a chupas de lightsabers... E tem ainda um R2-D2 a passear por lá! E ele adorou-me, passou montes de tempo a seguir-me! Foi uma guerra tentar tirar uma foto com ele. Para além de que há várias TV's a passar filmes o tempo todo e Xbox's com vários jogos.

Não há muito que falar sobre a exposição, só mesmo vendo. Aconselho a todos que gostem ou só estejam familiarizados a Star Wars a ir ver-la, não se perde nada, ainda por cima a entrada é grátis. Vale mesmo a pena. Eu tanto gostei daquilo que pouquíssimos dias depois juntei-me novamente com o Paulo e o Tiago para fazer uma sessão dos 6 filmes!

VÃO VER.

Oh Ani, até todo queimado te adoro (L)

O que parece, às vezes não é

quinta-feira, 15 de julho de 2010 — 2 comment(s)
Pois bem, ultimamente tem andado um calor desgraçado, e quem me conhece sabe que eu detesto calor e o Verão. Muitas pessoas dizem que sou doida, por preferir o Inverno mas se formos a ver, no Inverno, quando tenho frio, posso ir vestido roupa ou afogar-me em cobertores até me sentir bem, agora no Verão por mais roupa que tire, continuo com calor, que querem que faça? Arranque a pele ou passe o dia dentro da banheira de água fria...? Mas enfim, não é sobre isso que vos quero falar.

Continuando, como tem estado muito calor e eu tenho andado a derreter pelos cantos da casa, no outro dia andava por casa apenas com uma t-shirt L de homem dos Da Weasel e cuecas.
Estava sozinha em casa e de repente tocam à campainha e eu demorei a lembrar-me que não havia lá mais ninguém, por isso, pronto, lá fui eu abrir a porta ao senhor brasileiro que me queria impingir a mudar para a ZON. Ainda ficou algum tempo a chatear-me com a história que a ZON é melhor que a Cabovisão e quando finalmente o consegui despachar ele pede muitas desculpas pelo incomodo, eu fecho a porta e por acaso olho-me ao espelho: Estava, como já tinha dito, de t-shirt de homem, cuecas, com cara de quem acabou de acordar e totalmente despenteada.

...

Não quero imaginar o que o homem pensou...

E pronto, este foi o meu facepalm da semana.

Ódio: Pseudo Intelectuais (etc)

terça-feira, 29 de junho de 2010 — 3 comment(s)
Como eu já referi no meu flog:
E se há uma coisa que detesto é pseudo intelectuais. Ou se é ou não se é. Ou sabem realmente escrever alguma coisa de jeito ou não inventem.

A cada diz que passa, esse tipo de pessoas me irrita mais profundamente.
É que sinceramente, só sabem dizer merda.

A última idiotice que li foi d'uma figura já conhecida por muitos como Kawatta-kun. E foi a minha troca de comentários com essa pessoa no facebook que vou usar como exemplo. É o exemplo perfeito! Ele consegue fazer tudo que eu odeio :)


Cláudio Rodrigues Devo de ser o único que não vejo os jogos...xD Also, pá chatice ficámos para trás. Mereciamos muito mais. Well, agora só ouvem as vuvuzelas e é na TV se quiserem.

Sandra Carmo Se não vias os jogos estás a opinar com base em quê mesmo?

Cláudio Rodrigues A opinar em base no meu próprio país, não via os jogos mas sei que tem potencial para chegar as meias-finais, dizia isso desde o início. Mas true não me interesso tanto em ver, at least not at this point.

Sandra Carmo Não vias os jogos mas sabias. Pronto Kawatta, está bem. És poderoso.

Cláudio Rodrigues Why do you care anyway x)

Sandra Carmo O argumento dos inteligentes :)



Ponto 1: Se não vêm as coisas, se não informam das mesmas, porque carga de água se dão ao luxo de comentar seja o que for? Ok, estamos num país livre e podemos dizer o que nos der na real gana, mas depois admiram-se que existam outras pessoas (como eu) que mandem vir. É que é só mesmo para se mostrarem e ver se ganham atenção e pensarem que são muito fixes e inteligentes. Quando depois não sabem é nada...
É que não sei, eu quando não estou dentro do tema, fico calada. Se mais tarde decidir, vou investigar sobre isso, para depois poder dar a minha opinião. Como por exemplo, como fiz com Twilight. Ora, toda a gente falava desses livros e eu, para criar uma opinião própria e ter moral para falar, fui ler.

Ponto 2: Não saber argumentar. Não ter argumentos e mesmo assim insistir. Inventar argumentos. Dar argumentos de merda. Fiz-me entender? Penso que sim.

Ponto 3: Dar numa de "fixe" e mandar a outra pessoa foder-se indirectamente quando vêm que não "ganham a discução". É das típicas respostas dos cobardes. Não existe melhor maneira de fugir a estas situações do que responder dessa forma. Pensam que a outra pessoa vai ficar sem resposta e se vai calar...

Ponto 4: Quando tem azar e a outra pessoa responde e depois se cala. Devem de pensar que são bons de mais para se dar ao trabalho de falar. É mais, não saberem ter uma conversa como deve de ser e defenderem o seu ponto de vista ou admitirem que não estavam certos.

Ponto 5: Responder em inglês. Deve sentir-se muito importante por responder numa outra língua. Coitados.

Ponto 6: É continuarem a pensar que são muito bons e muito inteligentes e acharem que mandaram pwnd à outra pessoa quando, na realidade, fizeram foi figura de urso e agora estão a ser gozados com força.

E pronto, meus amigos, é isso.
(Sem contar com os erros idiotas no português, hehehe)

AI QUE MERDA

terça-feira, 22 de junho de 2010 — 2 comment(s)
FODA-SE

Às vezes

sábado, 19 de junho de 2010 — 0 comment(s)
Às vezes gostava de ter coragem para fazer o que realmente quero.
Às vezes gostava de não me importar com as possíveis consequências.
Às vezes gostava de não pensar tanto.
Às vezes gostava de ser estúpida.

Às vezes gostava de ser capaz de saltar de cabeça.

Às vezes gostava de ser elegante.
Às vezes gostava de não ter tantas curvas.
Às vezes gostava de ter o cabelo liso e comprido.
Às vezes gostava de não ter este nariz.

Às vezes gostava de ser outra pessoa.



Como não posso ser uma coisa, não consigo fazer outras.

Batman: City of Scars

Foi recentemente lançado um filme fanmade de 30mim de um dos hérois mais famosos de todos os tempos - Batman - intitulado Batman: City of Scars.

Pessoalmente gostei conceito do filme porque, ao contrário dos outros, este explora realmente a mente assombrada de Batman. O final também teve a sua piada, se bem que não gostei do que teve de acontecer para chegar aquele final. O Joker não pode morrer. Muito menos assim.
Outro ponto que devo dizer que gostei foi o facto de meterem lá uma Harley Quinn, um Zsasz e um The Ventriloquis (e, obviamente, um Scarface), por nunca terem aparecido em nenhum outro filme.
Agora no que toca aos actores, bem, estes, na minha opinião, deixaram um bocadinho a desejar, tal como a caracterização.

Enfim, não se perde nada em ver este mini filme! Por isso, if you please...

GTO: Great Teacher Onizuka

segunda-feira, 14 de junho de 2010 — 1 comment(s)
Quinta-feira passada tive uma visita inesperada de um amigo cá em casa. Já era tarde e não sabíamos o que fazer e, como não tinhamos sono, ele sugeriu ver um anime que ele tinha no HDD. Esse anime, como é fácil de entender, era GTO.

Eu já há séculos que não via um anime (e nem vontade tinha) mas lá aceitei a sugestão dele e fomos ver aquilo. O opening deu-me logo uma boa impressão (surpreendentemente) e ao fim de um episódio de uma hora, rendi-me ao anime. O HDD ficou cá em casa e passei três dias a viciar neste anime de 43 episódios.

Sou muito esquisita (mete muito nisso) no que toca a anime e dificilmente me deixo impressionar com os mesmos. Mas devo admitir que já há muito tempo não fazia maratonas geeks de anime. Este anime conseguiu realmente cativar-me e deixar-me "triste" por ter acabado.
Acho, muito sinceramente, que todos aqueles que se dizem "viciados em anime" e afins deviam ter este anime na lista de animes já vistos.

GTO: Great Teacher Onizuka ★★★★

Eikichi Onizuka é um ex líder de um gang e faixa preta em karaté (mas que no entanto, é virgem) de 22 anos que decide tornar-se professor.
(Porquê? Porque ao ser professor pode tirar partido das alunas da secundária...!)

Mas é quando começa o seu trabalho como professor que descobre que a sua consciência o impede de tirar proveito das suas alunas e começa a trabalhar a sério. Ele descobre que gosta de ensinar e, sendo a sua disciplina Estudos Sociais, ele tem o proveito de dar aulas pouco convencionais aos olhos de terceiros. A sua turma é a mais complicada da escola. Foi essa turma que fez com que os anteriores professores tivessem todos desistido da sua profissão e ficado com as vidas arruinadas. Eles odeiam professores e fazem de tudo para acabar com eles e é Onizuka, usando métodos não muito convencionais e uma filosofia própria, que os começa a meter na linha, um a um, ajudando-os a ultrapassar os seus problemas e a ensinar-lhes a gostarem da vida. Para além de professor, torna-se um amigo sempre disposto a sacrificar-se pelos seus alunos.


Como já disse neste post, recomendo vivamente este anime a todos. O final não era exactamente o que estava à espera mas não desgostei. Só me irritou uma coisinha de nada:
[spoiler] GEEZ! Eles gostam um do outro! SEMPRE esteve na cara! Porque raio não o admiram, se beijam e ficam juntos?!?!?! [/spoiler]
Felizmente o final dos dois ficou a aberto com aquela frase da directora :').

Por isso ya, vão TODOS ver o anime.

E agora deixo-vos o primeiro opening:
(E btw, gostei muito da banda sonora do anime, principalmente dos endings.)


Last Piece

domingo, 13 de junho de 2010 — 1 comment(s)
Let's go somewhere far away; the two of us
To find the new feelings we have for each other
If I'm with you we can get over any obstacles
Looking forward to a new tomorrow.

Open your eyes and the door will open
To the world around you
Take your best friend to the world outside
And relive the childhood memories you had.

I wanted to see you but I couldn't
Just bottling up the feelings I have for you inside of me
Even though I'm walking alone
I cant stop thinking about your smile.

I'm standing right here, under the suns hot rays
But, more importantly, stay yourself.

The last piece of the puzzle
Even though it was close to me I looked past it
The way you were being nice to me
Now I can give you a direct answer.

The songs we listened to still stay in my ear
I'm not sad, and I'll keep it that way from now on.

The bright city filled with people
Letting the wind take me where it blows
The world around me
Looks different

If this is my true feelings I have,
Then I can go to where you are, without hesitation.
Making my own rules.

Lets go somewhere far away, just the two of us
To find the new feelings we have for each other
If I'm with you we can get over any obstacles
Looking forward to a new tomorrow.

Amanhã

sexta-feira, 11 de junho de 2010 — 1 comment(s)
Amanhã é o dia pelo qual tanto esperei.

Geez.
Estou nervosa.

Cosplay Camwhore

segunda-feira, 7 de junho de 2010 — 0 comment(s)
Sim, e já faltava actualizar o blog com as minhas últimas sessões de fotos de cosplay!
Que camwhore :(


Primeira
Personagem: Poison Ivy
Origem: Batman
Fotografa: Laura Cardoso
Edição Daniela Silva e Eu
Local: Quinta da Fidalga
Fato: Eu






Segunda
Personagem: Supergirl (versão Matrix)
Origem: Superman
Fotografa: Sara Cordeiro
Edição: Sara Cordeiro e Eu
Local: Telheiras
Fato: Eu




Terceira

Personagem: Rydia (versão Amano)
Origem: Final Fantasy IV
Fotografa: Sara Cordeiro
Edição: Sara Cordeiro
Local: Faro
Fato: Eu



Quarta
Personagem: Queen of Hearts (original)
Origem: Alice in Wonderland
Fotografa: Sara Cordeiro e Patrícia Bordeira
Local: Faro
Edição Sara Cordeiro e Eu
Fato: Sara Cordeiro

The Walking Dead: A Série

Pois é, só este fim de semana é que me contaram que os comics de The Walking Dead publicado pela Image Comics vai ter uma adaptação na TV com estreia prevista para Outubro deste ano.

Eu por acaso ainda não li nenhum destes comics (coisa que se vai resolver já esta semana) e a única coisa que sei é que conta a história de várias pessoas sobreviventes de um holocausto zombie à procura de um local seguro para viver. Não interessa, são zombies.
E agora fiquei um bocadinho em pulgas para ver esta série.

Espero que estes zombies não me desiludam <3

Casinhas

sexta-feira, 9 de abril de 2010 — 3 comment(s)
Estou a pensar, depois de comprar carro, em mudar-me sozinha para a minha casa do Algarve.
Já está basicamente toda mobilada, já tem água, luz e todas essas coisas.
Arranjava emprego por aqueles lados. Acabava geometria... Era giro. Era um novo início.
Ou então sou maluca.

Mas estou a ponderar mesmo.

Tentei escrever este post...

quarta-feira, 7 de abril de 2010 — 1 comment(s)
... Mas não consegui.

Caixa de Música

sexta-feira, 26 de março de 2010 — 1 comment(s)
Não me importava de a ouvir o resto da vida mas, com o tempo, o som começou a falhar.
Parei de a ouvir.
Não a queria gastar até ao ponto de parar de tocar.
Prefiro tê-la e guarda-la, sem nunca mais a escutar, a perde-la de todo.
A melodia continua, constantemente na minha cabeça.
Uma melodia tão doce e viciante...
A melodia da minha caixa de música.

Pain v.2

quarta-feira, 24 de março de 2010 — 4 comment(s)
Para além de ser literalmente, agora também é figurativamente.

Boa, agora sim, conseguiste realmente magoar os meus sentimentos.
Parabéns. Finalmente conseguiste.

Pain

My chest hurts.
Literally.

De Mim, Para Vocês.

domingo, 21 de março de 2010 — 3 comment(s)
Estimados senhores,

É com um peso no peito que venho por este meio exprimir tamanho desagrado pelo que ultimamente se anda a passar à minha volta.

Como costumo dizer, a espécie humana não passa de uma espécie interesseira e manipuladora. Neste mundo toda a gente usa toda a gente para proveito próprio. Pessoas. As pessoas têm utilidade. Servem para as mais diferentes coisas. Fazer companhia, falar, passear, divertir, enganar, magoar... Pessoas são como objectos. Todos nós somos objectos às mãos dos outros.
Sendo nós humanos, seres sociais, não nos sentimos completos quando nos encontramos sozinhos. Precisamos uns dos outros para nos sentirmos bem. Utilizamos-nos tal como se utilizam objectos. E tal como os objectos, só os utilizamos enquanto estes nos agradam e funcionam como queremos que funcionem.
Espero que compreendam onde quero chegar.

Uma pessoa é-nos útil enquanto está de acordo com as nossas definições de aceitável. Quando começam a funcionar de maneira diferente e não nos agradam, deitamos-las fora ou guardamos numa gaveta, esquecendo-nos delas. Depende de cada pessoa, existem umas mais extremistas e outras mais nostálgicas, que, apesar de já não apreciarem o objecto, guardam-no de modo a mais tarde, eventualmente, os virem a recordar. Ou então simplesmente esperam que possam voltar a ser úteis.

Tenho muita pena de me ter estragado, ao começar a pensar mais em mim própria.
Tenho muita pena de já não me encaixar nas ideologias de aceitação de seus excelentíssimos.
Tenho muita pena por saber pensar por mim própria.
Tenho muita pena de não me deixar influenciar tão facilmente.
Tenho muita pena por não vos ter dado ouvidos.
Tenho muita pena por lutar pelo que quero.

Oh, a quem quero eu enganar. Não tenho pena de nada. Não me arrependo de nada que fiz. Tenho a minha consciência limpa.

Tenho é pena da vossa mentalidade distorcida que se diz aberta, mas que depois censura as acções que os outros fazem, apesar de vocês próprios não fazerem melhor. Tenho pena também da vossa mentalidade tomar como factos completamente verídicos tudo que os vossos adorados amigos dizem. Mas pena, pena, é esses amigos tão unidos andarem aos segredinhos uns com os outros, pelas costas dos próprios.

Critiquem o que quiserem. Digam que no final sempre tiveram razão. Que não ia dar em nada, que não prestava e que merecia melhor. Como pareciam preocupados com o que me pudesse suceder ao início...
Foi uma chatice descobrir às minhas custas que se não fazemos para agradar os outros, somos riscados da lista.
Sintam-se agora triunfantes e donos da razão. Pouco me importa o que pensam. Não me arrependi de nada.
Sai vencedora de qualquer das maneiras. Agora sei em quem realmente contar. Enquanto vocês diziam "não", os outros diziam "faz, só me interessa que sejas feliz, qualquer coisa, conta comigo". E realmente pude contar.

Pode ter sido curto, mas provavelmente mais verdadeiro do que o tempo que outrora perdi.

Não vos guardo qualquer rancor, apenas cicatrizes no orgulho.

Espero do fundo do meu coração que sejam felizes.

Cavaquinhas, Seixal, 22:29h, 21 de Março de 2010

Sandra

Nada

domingo, 14 de março de 2010 — 3 comment(s)
Não tenho mais nada para perder.
Fim.

Day 0

Twilight é fraquinho

quarta-feira, 10 de março de 2010 — 5 comment(s)
E hoje trago-vos um artigo da revista TV7Dias.

"O Twilight é fraquinho
As críticas e comparações vão-se acumulando, mas nem assim o protagonista de Lua Vermelha se deixa afectar.
E 'DISPARA' EM VÁRIAS DIRECÇÕES.

Todos falam das semelhanças (evidentes) entre a saga Twilight e a série da SIC, Lua Vermelha. Assim que a produção foi para o ar, logo foram criados fóruns sobre as semelhanças entre o filme de sucesso em todo o Mundo e a série portuguesa, uma polémica que a TV7Dias noticiou (ver edição n.º1195, de 10/02/10). Apesar disso os actores desvalorizaram e o protagonista de Lua Vermelha chega mesmo a surpreender: 'Quem compara é porque não conhece mais nada.' E acrescentou com toda a convicção: 'Vou ser muito sincero. Acho que o Twilight, como filme de vampiros é muito, muito, muito fraquinho. Não há dentes, não há sangue. É um filme onde não vimos um bocadinho de sangue. E, afinal, onde é que está o vampiro? Para mim, aquilo é um Romeu e Julieta dos tempos modernos.'

Porém, apesar deste sucesso mundial não passar de - nas palavras de Rui Porto Nunces - um 'filme de vampiros muito, muito, muito fraquinho', mesmo assim, o actor ressalva que a saga 'como história de amor funciona bem'.

Afinak de contas, vampiro que é vampiro tem de ter dentes compridos e sangue na sua história. E isso é coisa que não falta a... Lua Vermelha."

Bem, eu ri-me a ler isto.
Digo desde já que li três livros da saga de Twilight e posso dizer que são uma autentica cácá, na minha opinião. E porque é que li até ao terceiro, perguntam vocês. Porque quando quero opinar sobre alguma coisa, gosto de formar a minha opinião sozinha. E sim, realmente achei os livros muito maus. Só não li o quarto porque não estou para deitar dinheiro fora. Mas não é o facto de eu achar aquilo um romance estúpido e doentio que agora interessa.

Eu já achava este jovem actor um bocado estúpido, agora acho-o mesmo um grande atrasado. LOL. "Quem compara não conhece mais nada"? Comparo e volto a comparar! E olha que de literatura vampírica já li MUITO. Provavelmente mais que tu leste na vida inteira para dizeres tal coisa, roflol. Lua Nova imita descaradamente montes de coisas de Twilight. Também tem determinadas coisas "originais" mas a ideia base É Twilight.

Mas quando ele diz que não há dentes, nisso tenho de concordar. Não há e acho isso fail. Mas aparece sangue sim senhor.

Já quando afirma que esta história é um Romeu e Julieta dos tempos modernos... Bem, mas que frase mais original! É que nem é essa frase que a própria autora do livro já disse em determinadas entrevistas! E que se usa montes de vezes para descrever o romance entre o Edward e a Bella!

Twilight é um romance normal, só que por acaso, tem vampiros e lobisomens.
Agora nem acredito que vou relevar publicamente um dos meus dirty little secrets, mas apesar de não gostar nadados livros, eu gosto dos filmes de Twilight. Adoro o ambiente "alternativo" que o filme tem. E atenção, gostar do filme não quer dizer que goste do romance/triângulo amoroso que por lá vai. Até o acho super parvo e que a Bella é uma grande pouta. A história não é nada de especial, é fraquinha até, mas lá está, como já referi, gosto do ambiente. É um filme fixe para passar o tempo. LOL VAMPIROS QUE BRILHAM. QUANDO O EDWARD SE VEM DEVE DE SAIR DE LÁ UM ARCO-ÍRIS.

E é isso. Tive de mandar a minha frustração pela parvoíce que o rapazinho disse. Lua Vermelha imita Twilight sim. Esta série, novela, wtv, portuguesa só se baseia em Twilight. Não vejo lá nada de Bram Stoker ou Anne Rice. Mas pronto, agora que o Diogo Morgado vai entrar nessa treta, acho que vou passar a fazer um sacrifício e ver. Assim tanto me babo para o ecrã como vejo se a SIC decidiu imitar mais alguma história de vampiros, já que eles conhecem mais :D

E pronto haters, gozem lá comigo por ter admitido que gosto dos filmes :(

(Don't) Lie to Yourself

sábado, 6 de março de 2010 — 1 comment(s)
You lie to yourself but you do it so well
That when you speak the truth you no longer can tell
The difference is slim between truth and forswear
But it means everything when you don’t know it’s there
You spout out the truth when you hang with your friends
But when you’re alone, the honesty ends
Your mind races through every single solution
It can’t seem to grasp onto one resolution
So you tell it to rest and fall into a dream
Where concepts are simple; things are what they seem
This is what you do best, pretending to be free
To life and its grip and its reality.

It's only day 2 but at least I'm still sober.

[desabafo]

domingo, 28 de fevereiro de 2010 — 2 comment(s)
Mais vale sozinha que mal acompanhada... Mas eu odeio estar sozinha.
Aliás, nem é odiar, mas é quando estou sozinha que penso sobre coisas que não quero e, como ultimamente ando sempre sozinha, penso de mais sobre elas.
Eu não tenho a mínima vontade de estar ao pé daquelas pessoas.
Tenho amigos, mas infelizmente não tenho lata para estar constantemente a chatear-los para saírem comigo. É tudo tão irritante. Estou farta de estar sozinha. Estou mesmo farta de pensar tanto. O que realmente odeio é quando me deito à noite à espera de adormecer...
Preciso de um abraço e de um ombro.

Foda-se, que estúpida.

[/desabafo]

Still Cold

sábado, 27 de fevereiro de 2010 — 0 comment(s)
I wrap my arms around myself at night and pretend that someone is holding me,
Whispering sweet-nothings into my ears as i fall asleep.
I do that because that's how i want it to be someday and because lately...
I've been feeling lonelier than ever before.

The Joker x Harley Quinn

domingo, 21 de fevereiro de 2010 — 3 comment(s)

The Joker: Homicida, sociopata, não sente remorsos ou compaixão. Alguém que vê a dor e a miséria como uma piada. Alguém que vê todas as suas atrocidades como algo divertido feitas para demonstrar a fatalidade e insignificância da espécie humana. Não procura dinheiro, fama ou glória, o seu único propósito é demonstrar como a sociedade é vazia e falsa. Muito inteligente e nascisista.

Harley Quinn: Ambiciosa, bonita, um pouco inocente de mais. Manipuladora e sempre disposta a fazer tudo que tiver ao seu alcance para obter o que quer. Foi para Arkham Asylum à procura de fama ao escrever sobre os mais perigosos criminosos. É lá que encontra o Joker que a manipulou de maneira a esta se apaixonar loucamente por ele. Muda-lhe a maneira de ver o mundo até esta finalmente entrar com ele no mundo do crime. Apaixonada, devota e obcecada. Ama o Joker com todas as suas forças e adora a sua nova vida.

Juntos: Loucos e incapazes de terem uma relação normal. Ele é violento e abusa física e psicologicamente dela que só o quer ver feliz. Esta é passiva e aceita tudo isso como se realmente merecesse, uma espécie de violência doméstica, por assim dizer. O que a relação poderá ter de positivo a seu favor é o facto de serem ambos masoquistas. Se amar para o Joker é anti-natural, para Harley é natural a mais, é amável, meiga e devota. É falso, porém, afirmar que ele nunca demonstra ternura ou afecção por ela. Ela é a única pessoa quem ele alguma vez mostrou alguma dessas coisas e que sobreviveu tanto tempo ao seu lado. A sua natureza dominante é completada pela natureza submissa de Harley.


É uma relação entre dois lunáticos altamente abusiva, perigosa e completamente perversa e, ironicamente, é isso que a faz perfeitamente funcional para ambos.
Ambas as personagens estão muito confortáveis uma com a outra. Eles percebem-se um ao outro, trabalham de uma forma maravilhosamente simbiótica e apoiam-se um no outro, claro que Harley mais vezes que o Joker, mas ele está lá sempre quando ela mais precisa. Não há dúvida que é uma relação estranha e demente. Mas para eles funciona perfeitamente. Também tem de existir algum motivo para que um palhaço sociopata que não hesita em matar ainda não a tenha assassinado brutalmente.

Já foi dito várias vezes ao longo dos anos que o Joker não ama nada sem ser ele próprio,que ele não sente afecção por nada nem ninguém. Mas é quando aparece Harley – que o ama tal como ele é – que surge um elemento estranho no carácter do Joker. Afinal de contas não é por dinheiro, fama ou glória que Harley está com ele, mas simplesmente por o amar. Isto faz-nos pensar: É também o Joker capaz de amar?

Para muitos a resposta é não. Muitos acreditam que ele não sente nada por ela, apenas gosta de a torturar e que só ainda não a matou de vez porque ela é útil.

Tudo começou porque o Joker queria divertir-se a distorcer a mente de uma jovem psicóloga que se achava mais inteligente que ele, mas o que ele não estava à espera era que ela se apaixonasse e se torna-se tão influenciada por ele. E ele, como o oportunista que é, começou a explora-la. Mas isto também deve ter sido um choque para ele, ter alguém que se preocupasse e que tivesse uma devoção tão apaixonante por ele. Ele estava habituado a ser admirado e temido pelos outros, não a ser adorado de uma maneira romântica. Harley tornou-se toda uma nova experiência para ele, mas que efeitos lhe poderá isto ter causado?

Harley é a sua mais querida criação. Quando está aborrecido pode simplesmente brincar com ela que ela responde sempre feliz. Pode magoa-la e fazer-lhe o que quiser que ele sabe que ela acabará por voltar para os seus braços com umas simples palavras meigas. E, para uma pessoa tão narcisista como o Joker, ter alguém que o adore incondicionalmente e que o lembre constantemente do quão genial ele é, é sempre bom para o seu ego. Ela não hesita em elogia-lo o que a torna gratificante para alguém egocêntrico como ele.

Apesar de tudo, acredito que ele também a ama. Certamente não de uma maneira normal e saudável. Ele ama-la o mais que consegue. Emoções para ele são coisas estranhas com as quais não sabe lidar. Mas uma coisa é certa: Existe alguma coisa muito forte no seu interior rodeada de depravação e maldade.

Para ele a vida tem de ser um caos, não pode existir harmonia, por isso, o que ele sente por ela está para além da sua compreensão mas não se pode negar que ele se preocupa com ela. Ele vai aos poucos desvendando este novo sentimento que cada vez se torna mais forte.

Já Paul Dini disse: “He loves her as much as he can.” O Joker pode não se capaz de amar da mesma maneira que as pessoas normais amam, mas ele dá à Harley o máximo que consegue dar. Para nós pode não parecer muito, mas para o Joker, é tudo que ele tem para dar.

As pessoas argumentam que o Joker já a tentou matar em várias ocasiões e que logo isto é uma prova que ele não a ama. Pois eu sou da opinião que isto prova que é que ele a ama.

Para alguém solitário como ele, ter sentimentos por alguém, por mais pequenos que sejam é aborrecido. A mente do Joker é uma confusão de ideias e ter sentimentos por alguém também iria precisar de ter atenção, o que poderia distrai-lo. E isto ia principalmente questionar-se sobre a realidade que ele acredita. O que o iria perturbar significantemente.

Em "Harley Quinn", Joker admite a Harley: I've felt some changes coming over me since you entered my life. I've been reminded of what's it's like to be part of a couple, to care for someone who cares for me - it's the first time in recent memory I've has those feelings... And I hate having those feelings! They're upsetting, confusing and worse, distracting me from getting my share of Gotham now that the getting’s good!" Esta confissão foi feita quando ele acreditava que Harley estava a morrer. Não havia motivo para ele lhe mentir. Quando ele pensa que ela já está morta, tem uma conversa sobre uma mulher, ele não menciona Harley, mas ele está a pensar nela, a sentir a sua falta.

É ao tentar matar Harley que ele prova a ele próprio que ele continua sob controle e que se consegue livrar de qualquer distracção. Não há dúvidas que se ele a chegasse a matar mesmo, ia sentir-se confortável e viver a sua vida sem se aborrecer pela sua morte. Ele só a tenta matar porque se chateia por se preocupar com ela.

Nesta perspectiva esta pode ser até a grande maneira dele demonstrar o seu amor.

Apesar das tentativas falhadas de a tentar matar, ele reage sempre bem quando ela volta e não a rejeita (o que vai contra a sua natureza, ele odeia perder seja contra quem for que não seja o Batman). Ele pode até sentir algum alívio por ter falhado. Pode também sentir orgulho pela sua criação sobreviver sempre e voltar para ele, o que prova o que ela vale e que é a parceira perfeita para ele. Nem todos conseguem escapar a uma armadilha mortal do Joker.

E sinceramente, ele não a tentou matar assim tantas vezes. Algumas das vezes que ele a ia matando foi só porque perdeu a cabeça num ataque de raiva e depois quem leva é ela. A sua intenção não é mata-la, apenas descarregar a fúria. E das duas vezes que ele tentou mata-la intencionalmente foi porque, primeiro: Ela insultou o seu orgulho ao deixa-lo e ter escrito um romance sobre duas personagens que encaixavam com ela e Batman (Gotham Adventures #10). E, segundo: Ele viu-se a ele mesmo a preocupar-se de mais por ela (Harley Quinn).

Ele na maior parte das vezes não a respeita nem a tem em consideração. Passa a vida a engana-la e a descarregar tudo nela, mas isto porquê? Porque ela a pessoa mais próxima dele e porque ele sabe que ela acaba sempre por voltar. Ele dá a Harley um lugar ao seu lado, que é o que ela mais quer. E aceita-a sempre de volta, o que todas as outras pessoas não podem dizer, porque acabam sempre mortas.

É muitas vezes dito que isto não passa de uma relação de um só lado (obviamente da Harley). Mas existem vários exemplo, tanto nos comics como nos cartoons, que o Joker se considera dentro de uma relação. Isto é, ele considera Harley a sua namorada.

Ele tem as reacções normais de um casal quando se chateiam, como por exemplo reclamar: "Crazy broad, blaming me for every little glitch in the relationship." (claro que ele só diz isso quando se encontra sozinho) e até reclama quando não encontra as meias quando ela não está em casa. Também a chama por nomes carinhosos e por vezes reage de maneira possessiva com ela.

Em "No Man's Land", na série de duas partes: "The Code", Harley encontra um livro de regras de como manter um homem interessado numa mulher. Ela lê e começa a seguir o que aquilo diz, que muito resumidamente é: Ignora-lo. Ora, isto resulta tão bem que o Joker quase que implora pela sua atenção e até a decide pedir em casamento. Mata até um homem em que pensa que Harley está interessada por ciúmes.

Ele pode ser visto várias vezes quando está bem disposto a mostrar afecção por ela. Ele abraça-a, dá-lhe mimos, dão as mãos e até a beija. Eles partilham piadas juntos e ele gosta de a ver a trabalhar em planos para destruir Batman (mas só se ela não o começar a superar).

O Joker não tem problemas em expressar o que sente, mas ele muda de humor muito rapidamente. Para além de que é de extremos.

Bem, o único motivo pelo qual vejo o Joker hesitante para dizer à Harley que a ama é se isso fosse mesmo verdade. Ele é um mentiroso compulsivo e não tem problema em dizer seja o que for para conseguir o que quer.

A vida sexual dos dois é algo que não passa pela cabeça da maioria das pessoas porque o Joker é, desde sempre, considerado assexuado. Mas existem indícios que com o passar do tempo a libido dele possa ter acordado. Ele próprio já disse: "Harley is gorgeous, who wouldn't want her." Para dizer isso tem de estar a par de como ela é atractiva. E ele tem orgulho nela porque a considera uma posse só sua, que os outros querem mas não pode ter.

Também já foi visto várias vezes que os dois dividem uma cama. Para além disso, já foram visto algumas tentativas falhadas da Harley de o seduzir que da maneira que ela diz as coisas, dá a entender que já resultaram. Que ele nem sempre recusa. As mais famosas, em Mad Love: "Oh sweetie - I've got the whoopie cushion!" e "Don't cha wanna rev up your Harley? Vrroom Vrroom!"
Em Harley Quinn,
numa conversa com a melhor amiga, Poison Ivy, ela também diz que teve "a night of pure joy".

Isto são só ideias, mas é provável que com o passar do tempo tenha começado a haver relações entre os dois, afinal de contas a Harley é persistente e aprende depressa.

Resumidamente, sim, o Joker ama a Harley, mas ele não sabe exprimir o seu amor nem como lidar com ele. E não, não têm uma relação completamente normal, mas não deixa de ter um bocadinho de cada coisa normal num casal.

RECOMENDAÇÕES: (e também foi por aqui que mais me guiei, mesmo tendo outras fontes)
Leitura: "Mad Love", "Superman: Emperor Joker" e "Harley Quinn" #1 e #5.
Cartoon: Wild Card #1 e #2 (Justice League Unlimited).
Filme: Return of the Joker.

O final foi à despacha porque agora está a dar X-Man 3 na TVI and i need my fapping material :D