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Batman: The Brave and the Bold - The Videogame

domingo, 10 de outubro de 2010 — 1 comment(s)
Este jogo, como o nome indica, é baseado nos cartoons "Batman: The Brave and the Bold" (em português: Batman: Os Valentes e Audazes) que agora dá na RTP2 de manhã, caso exista alguém interessado em ver.
É um bocado infantil, nada do Dark Knight a que agora estamos habituados. É muito colorido e pop. Parece-se muito com a série de 60 onde os episódios têm lições de moral e não existem crimes sangrentos nem mortes.

Mas continuando para o assunto do post...



Acabei à pouco tempo o jogo para a Nintendo DS (também existe para a Wii, até tem outras personagens mas só vou falar do que joguei).

Este jogo consiste em ultrapassar vários desafios sempre com a ajuda de algum outro super héroi da DS. Alguns são mais conhecidos pela maioria das pessoas, tal como Green Lantern, Green Arrow e Aquaman mas depois também existe alguns quase que desconhecidos: Plastic Man, Red Tornado e Blue Beetle.
Já no que toca aos vilões, novamente existem os mais conhecidos: Joker, Catwoman e Scarecrown. E outros menos conhecidos (até porque "são vilões de outros hérois): Clock King, Gentlemen Ghost e Black Mantis.
O jogo conta também com algumas aparições do Bane, Batmite e Robin.

Em termos de jogabilidade é single-player mas pode-se a qualquer momento mudar do Batman para o parceiro dessa aventura (até existem certas coisas que o Batman não consegue fazer, isto porque cada personagem tem as suas habilidades próprias).
Os desafios são simples mas há sempre alguns em que se tem de pensar um bocado para conseguir ultrapassar, a sorte é que existem montes de checkpoint pelo jogo todo e assim nunca se tem de andar para trás se o Batman morrer.

Durante o jogo todo também se pode coleccionar bat symbols que se pode usar para comprar upgrades na Batcave e hologramas de outras personagens do Universo DC.

O jogo é curtinho, no máximo demora-se três horas a acaba-lo. Os níveis são engraçados mas chega a determinadas partes que acabam por se tornar monótonos e aborrecidos.


Pessoalmente gostei do jogo. Dou-lhe para ai um 7 (de 0 a 10).
E, ao contrario de muitas pessoas e do que se podia estar à espera (lol), não gostei muito de jogar com o Batman, preferi sempre jogar com os outros. E também não me dei ao trabalho de fazer muitos upgrades, já que raramente o usava e acho que as habilidades dos outros são melhores, e também porque "nunca" se morria, por isso, não fazia mal.
A história é quase nula mas isso não chateia muito, mal reparei nisso. Os gráficos são agradáveis e a música era quase sempre a mesma coisa, ao início achei muito gira mas depois comecei a enjoar.
Já o final do jogo foi...Wtf?

E pronto, este foi o meu primeiro post a falar de um jogo.

Fables

sábado, 21 de agosto de 2010 — 2 comment(s)
O meu mais recente vício deu-se enquanto trabalhava na Kingpin, vício esse chamado de Fables.
O que ao início me pareceu meio estúpido, acabou por se tornar das coisas mais interessantes que li dentro de um mundo de fantasia.

Esta série conta-nos as histórias de vários fables (personagens que todos nós conhecemos dos mais diversos contos-de-fadas e folclore) depois de terem sido forçados a sair das suas Terras Natais, devido às invasões do The Adversary, para uma pequena comunidade no nosso mundo, dentro de Nova Iorque, dividida em: Fabletown (onde moram os fables que passam por humanos) e The Farm (onde vivem os que são monstros, animais ou derivados).


Existem várias personagens importantes nesta história mas, claramente, que as principais são a Snow White, agora divorciada do Prince Charming depois de esta o ter apanhado na cama com a sua irmã gémea Rose Red, e actualmente vice-presidente da comunidade de Fables; e o Bigby, o famoso Big Bad Wolf das históridas do Capuchinho Vermelho e dos Três Porquinhos agora reformado e bem aceite por todos (ou quase) que ganhou a habilidade de se transformar em humano quando quer e trabalha como xerife.

Outras personagens muito relevantes para o decorrer da história são, por exemplo, a Red Rose, Prince Charming, Bluebeard, Beauty, Beast, Briar Rose, Cinderella, Old King Cole, Pinocchio, Geppeto, Boy Blue, Goldielocks, Frau Totenkinder, Baba Yaga, North Wind, Snow Queen, Red Riding Hood, Flycatcher... Mas infelizmente dessas não posso falar aqui porque se não é spoiler atrás de spoiler.

Continuando, a história começa com a investigação do desaparecimento e suposto assassínio de Red Rose, depois passa para um thriller de conspiração e termina como sendo uma espécie de romance policial. E claro, no meio disto tudo, existe a história de amor entre Snow e Bigby.

Não é possível fazer um resumo do que se trata Fables, toda a história tem várias histórias dentro dela, e é por isso que se torna tão interessante, vê-se várias coisas que nunca nos passou pela cabeça imaginar com as personagens da nossa infância (e posso apontar que isto está longe de ser para crianças, se é que me entendem... e para além disso tem muita violência).



Queria mesmo muito prolongar-me e contar toda a história mas não quero spoilar todos os plottwists aqui existentes.

E para além dos 14 volumes de Fables existentes, existem ainda 3 spin-offs:

- 1001 Nights of Snowfall: É a prequela da série Fables em que Snow White foi enviada para negociar com o sultão dos Arabian Fables. Devido ao sultão se ter sentido ofendido por Fabletown ter enviado uma mulher para falar com ele, é decidido que Snow tem de morrer mas ela salva-se a contar-lhe todas as noites (1001) uma história diferente até que tem a ordem de se ir embora. Esta graphic novel contém 10 histórias diferentes, entre elas o passado de Snow com o Prince Charming, o passado de Bigby, de como ambos de conheceram pela primeira vez, a história de Flycatcher, de Frau Toterkinder, entre outros.

- Peter & Max: A Fables Novel: Este conta-nos o passado desses dois irmãos e de como Peter Piper se tornou no Pied Piper of Hamelin. E sobre este não posso dizer mais nada...

-Cinderella: From Fabletown With Love: Basicamente, uma missão da espia Cinderella que ocorre ao mesmo tempo que um determinado episódio de Fables e alguns flashbacks da história da mesma.




Acho que já dei a entender que adorei esta colecção de comics e o que mais gostei dela foi mesmo o romance da Snow e do Bigby, duas personagens que ao início é completamente wtf de imaginar juntas, principalmente por ela ser uma pessoa e ele... um lobo, mas que depois se torna tão bonito que se lê tudo à pressa para se saber o que lhes vai acontecer depois. E bem, o final dos dois não me desiludiu, é tão simples e lindo :) /fangirl.

Aconselho vivamente a todos os que gostem de uma boa história e que, principalmente, gostem de contos de fadas!

Batman: Snow

quarta-feira, 11 de agosto de 2010 — 0 comment(s)
Como não sabia o que havia de ler, decidi dar uma oportunidade a um comic de Batman que aqui estava com uma história e um vilão que não me chamam nada à atenção mas que tem uma capa linda.

"Chilly Reception
At the dawn of his career, Batman feels that safeguarding Gotham City is too big a job for one man, and recruits allies for his war on crime. With a clandestine team in place, the Caped Crusader branches out to secure the city he's sworn to protect.

But everything changes when a brilliant scientist's desperate attempt to save the life of his terminally ill wife goes tragically wrong - and a new type of threat is born. As the Masked Manhunter faces his first super-powered villain, Mr. Freeze, he begins to eralize that malfeasance comes in many deadly forms, and some offenders are more powerful than he.

How will the burgeoning crimefighter overcome this new menance while protectiong not oly his associates, but also the innocent citizens of Gotham?"


Como estava à espera, a história não me fascinou, também já a conhecia (conta como o Victor Fries se "transforma" em Mr. Freeze) e não acho grande piada ao vilão. Mas, para compensar, tem ilustrações lindas. Eu comprava este comic apenas por elas. Adoro as cores e a forma de desenhar do Seth Fisher. É tudo tão fofinho, até as lutas aqui me pareceram meigas (não sei se isso é bom ou mau, sinceramente... Mas é bonito!!) Tem um toque de je ne sais quoi de magia. Adorei os fatos da Nora. ♥

É um comic com muita pouca acção e com um Batman simpático que anda atrás de pessoas com batcards para as contratar para o ajudarem. Não faz muito sentido para mim, isso. Parece-me um bocadinho fail.
Devo é acrescentar que gostei foi muito do final ."Flying Graysons Tour New England" ;)

Flash: Rebirth

Acabei mesmo agora, durante a minha hora de almoço de ler Flash Rebirth and dudes...

"Barry Allen - the Flash. His birth kick-started the Silver Age, and his heroic death defending the universe from a cosmic Crisis made him a legend.

Now another Crisis has brought Barry back to life, and the Fastest Man Alive is out of step with the world. With the Flash lengancy well preserved, Barry has no purpose except to try to solve the one mystery that eluded him during his previcous life - the murder of his mother.

But mysteries abound surrounding Barry's return. Why was Barry able to escape the Speed Force - the extra-transformation is Barry undergoing when he's around other speedsters? And most of all, who is it who brought Barry back to life... and was the Flash reborn only so he could be destroyed once again?"

Rendo-me, este comic conseguiu deixar-me de boca aberta. Épico. Sem palavras. O Bruno bem que me o tinha aconselhado. Foi a melhor coisa que li desde que estou aqui na loja.
Gosto do Flash mas não é dos meus super hérois preferidos, mas com este comic ele subiu muito na minha consideração. Este renascimento parece que o fez menos... Estúpido e mais crescido.
Ai, as coisas que as coisas que as pessoas estão prontas a abdicar por aqueles que amam...

Só para quem não sabe nada de Flash é que pode não entender nada e achar tudo confuso, não é, Rita? *wink wink*

Green Arrow: Year One

E pronto, mais um dia, mais comics.

Mas hoje vou começar por falar do último comic que li ontem que já não tive tempo de fazer o post sobre ele.

"Isolated. Beaten. Hungry. Vengenful.

Oliver Queen is a frivolous playboy with little care for anyone or anything - apparently even himself. But he's double-crossed and marooned on a jungle island, he finds that he does care about something: justice!

Armed with nothing more than a makeshift bow and arrows, Queen struggles to survive in his new, unforgiving environment - all while battling the violent drug runners who are responsible for his abandonment."



Eu já conhecia por alto esta personagem (principalmente devido ao seu relacionamento com a Black Canary) e de algum modo sempre me agradou. Principalmente por ser mais um super héroi sem poderes e ainda mais limitado que... sei lá, o Batman ou o Ironman, (não quero saber se ele é Marvel e eu estou a falar de DC, ele também não tem poderes) por não ter todo aquele treino de luta e só usar um arco e flechas. Gosto mesmo de ver simples humanos a lutar pela justiça e o Green Arrow agradou-me por isso que já disse, ser muito limitado e ajuda as pessoas porque quer, porque sofreu na pele, não porque tem algum trauma de infância *wink, wink*. E acho que também devo ter alguma coisa por playboys milionários, quem me conhece sabe que os meus hérois preferidos são o Batman e o Ironman (vêm a linha condutora?). E também por gostar muito do design dele. Soooo Robin Hood (well, duh). 'Pá, ya, já deu para entender que passei a gostar mesmo da personagem.

Quanto à história, achei interessante, nada de especial mas interessante. É uma história "simples" e um bocado clichet: Uma pessoa parva, quase que morre mas vai parar a uma ilha e tem de lutar para sobreviver e passa a dar valor à vida e muda um bocado como pessoa e para de ser tão parva. Mas algo nessa história normal me cativou, foi bonito da parte dele ajudar aquelas pessoas mesmo que por parte, tenha sido vingança MAS não posso spoilar... Enfim, o Oliver é um héroi muito fixe e gosto da evolução que ele vai sofrendo com o crescimento (isto começou quando ele era puto e ele actualmente é um homem mais... velho e casado), acho que devia ser mais explorado (ou não, depois ainda o estragavam...) mas não devia ser tão extra. Com isto, tenho mais um super héroi para seguir e vou, decididamente, começar a ler Green Arrow.

JOKER

terça-feira, 10 de agosto de 2010 — 0 comment(s)
Porque ler é fixe, agora acabei de ler a graphic novel "Joker", também para limpar a porcaria de comic que li anteriormente...

"I dind't know the particulars as to why, but he was... Joker was being released from Arkham Asylum...

So begins this searing look at the crazed world and cracked mind of the Joker... the crowned king of the Gotham City rackets.

Joker is getting out of the madhouse and, though he's laughing, he's not happy. While away, his fellow rogues have sliced and diced his chunk of the pie and sold it off for scrap - thinking he was gone for good. But now Joker's back on the street and eager to make Gotham bleed like it's never bled before.

During thins long night of the soul, he'll cross paths with the likes of The Penguin, Two-Faces, Killer Croc, Harley uinn, The Riddler and, of course, The Batman... and heaven help them all.

Told through the eyes of his loyal (but naive) henchman Jonny Frost, JOKER, is a true noir crime novel - a harrowing journey into a city of rain-soaked streets, dirty sheets and nothing but bad choises."

A história trata-se, muito resumidamente, do Joker a tentar recuperar o seu "reinado" de crime em Gotham City, mas, desta vez com a pequena ajuda de Jonny Frost, possivelmente o mais próximo que este teve de um amigo. Mas, como todos já sabem, esse tipo de relações para o Joker são aliens.

Um ambiente muito obscuro e rodeado de sexo, drogas e rock and roll, de algum modo parecido com o filme Dark Knight (em que por acaso, o Joker está visualmente muito parecido).
Foi uma leitura muito interesante e serviu para limpar o Joker da treta do comic que li anteriormente e, melhor que isso, nesta graphic novel apesar de muito pouco, existem espécies de demonstrações amorosas do Joker para com a Harley, se bem que muito despercebidas.
Sem comentar que adorei a arte :D

Batman: Going Sane

E como fiquei com o bichinho do Joker, decidi ir ler um comic mais centrado nele do que no próprio Batman, escolhi o "Batman: Going Sane".

"After killing Batman, what's a madman left to do?!

The Joker has finally done the impossible: dispatched his archnemesis Batman in the most descicable way possible. Ding-dong, the Batman's dead!

Puttin his life of crime and trademark look - behind him, the Joker settles into the simple life, even finding time for a little romance. Now, there's nothing stopping the Joker from a life of normalcy... exept there's no escaping the Bat - is there?"


Não gostei deste comic, fiquei mesmo desiludida, quando li a contra capa pareceu-me interessante e prometia uma história boa, mas estava errada.

Basicamente a história gira à base do Joker que conseguiu matar o Batman (de uma maneira completamente estúpida e fácil de mais) e que depois acorda um dia como sendo uma pessoa normal, sem maquilhagem nenhuma (nem cicatrizes, para mim o Joker tem de as ter, não quero saber) que tropeça numa gaja qualquer que não interessa a ninguém, apaixonam-se, o Joker (agora Joseph Kerr) pede-a em casamento e ficam noivos. E do nada, quando claro, ninguém estava à espera, o corpo do Batman é encontrado e ele está vivo! Ele volta à acção, à procura do Joker e, quando o Joker menos espera, lembra-se de tudo e volta a ser o Joker ruim e usa a namorada como refem, mas depois lá olha para ela e não tem coragem de lhe fazer mal e entrega-a ao Batman. O resto não interessa porque realmente esta história não tem piada nenhuma. Ah! E por momentos até parece que o Batman é que é mau porque faz com que o Joker volte a ser o Joker.

Adorei pensar no que seria a vida do Joker sem o Batman, porque um não pode existir sem o outro, o próprio Joker já disse isso várias vezes em vários outros comics mas, certamente que não se ia tornar uma pessoa normal só com pseudo vipes de vez em quando. Se o Batman morresse, seria muito mais complexo que isso. O Joker NUNCA poderá agir como uma pessoa normal e mentalmente sã. E não se ia apaixonar de um momento para o outro. Não era capaz de ter um relacionamento normal. E agora, sendo fangirl, a única mulher da vida do Joker é a Harley Quinn e não me estendo mais porque no passado já fiz um post sobre o relacionamento destes dois.

Epá, tudo nesta história é ranhoso, ocorre depressa de mais, e lá está, falta-lhe muita psicologia, que para mim é muito importante numa história. Era uma ideia engraçada mas que foi completamente pelo cano abaixo. Não entendo como é que existem pessoas que que dizem que é dos melhores comics do Joker alguma vez feito.

Batman: Joker's Asylum

Hoje fiz a minha primeira leitura completa na Kingpin.
Comecei pelo Joker's Asylum, que já estava à que séculos para ler.

"Everyone is a a little crazy. Some more than others.

All heroes have a rogue gallery, but the Dark Knight has the most terrifyng and deeply fractured of all.
Take a twisted journey with Batman's deranged enemy, the Joker, to explore the psychosis of several of the Dark Knight's famouse foes. Let the Clown Prince of Crime present you with a closer look at the tormented live of such monsters as the eleganty evil Penguin, the deadly beautiful Poison Ivy, the fearsome Scarecrow and the lethally Two-Face. What causes the descent into madness? What does a shattered psyche look like? What darkness lives in the heart of a killer?

The Joker will show you - but be warned: once you enter the Joker's Asylum, you may never escape."

Como dá a entender, este comic explora um pouco da mente dos vilões acima referidos, incluindo, obviamente, o próprio Joker. É uma leitura muito interessante, tentar entrar e explorar a mente destes psicopatas, entender o que faz sentido para eles, o que é certo e errado. Cada um com a sua ideia diferente de moral que, por mais bárbara que possa ser, não é totalmente errada... Cabe ao leitor tirar a sua própria conclusão de cada história. Mas uma coisa é certa para todos: a mente de um psicótico trabalha de uma maneira curiosa, é muito mais complexa do que cada um pode inicialmente pensar. Por detrás de todas aquelas atitudes aparentemente inumanas, existem muitas emoções completamente normais de um ser humano, emoções que todos nós temos...

Mal posso esperar por encontrar o Joker's Asylum II para ler :)

Pessoalmente, as histórias que mais gostei são a do Penguin, Two-Face e claro, a do Joker: O vilão perfeito. Cada vez gosto mais desta personagem. É possivelmente das mais inteligentes que por ai andam. Conhece tão bem os pontos fracos humanos e sabe exatamente como os relevar. Faz sempre um bom trabalho no que toca ao mostrar o "lixo" de sociedade que existe actualmente.

Exposição Universo Star Wars

quinta-feira, 29 de julho de 2010 — 1 comment(s)
Há uns dias atrás fui com o Paulo e o Tiago a uma exposição de Star Wars que está de momento a decorrer no El Corte Inglês em São Sebastião.

Não foi nada de outro mundo, estava à espera de algo mais (tipo aquelas exposições que vemos na TV mas ya, sonhei um bocadinho), aquilo era mais bonecada que outra coisa, mas, mesmo assim, até gostei muito.
Aquilo tem desde uma grande colecção de PollyPockets de Star Wars (como eu passei o tempo todo a chamar ), posters, lancheiras antigas, um busto do Darth Vader cor-de-rosa, action figures e mais action figures... Depois tem ainda uma loja onde vendem tudo e mais alguma coisa, desde roupa a legos, fatos a chupas de lightsabers... E tem ainda um R2-D2 a passear por lá! E ele adorou-me, passou montes de tempo a seguir-me! Foi uma guerra tentar tirar uma foto com ele. Para além de que há várias TV's a passar filmes o tempo todo e Xbox's com vários jogos.

Não há muito que falar sobre a exposição, só mesmo vendo. Aconselho a todos que gostem ou só estejam familiarizados a Star Wars a ir ver-la, não se perde nada, ainda por cima a entrada é grátis. Vale mesmo a pena. Eu tanto gostei daquilo que pouquíssimos dias depois juntei-me novamente com o Paulo e o Tiago para fazer uma sessão dos 6 filmes!

VÃO VER.

Oh Ani, até todo queimado te adoro (L)

Batman: City of Scars

sábado, 19 de junho de 2010 — 0 comment(s)
Foi recentemente lançado um filme fanmade de 30mim de um dos hérois mais famosos de todos os tempos - Batman - intitulado Batman: City of Scars.

Pessoalmente gostei conceito do filme porque, ao contrário dos outros, este explora realmente a mente assombrada de Batman. O final também teve a sua piada, se bem que não gostei do que teve de acontecer para chegar aquele final. O Joker não pode morrer. Muito menos assim.
Outro ponto que devo dizer que gostei foi o facto de meterem lá uma Harley Quinn, um Zsasz e um The Ventriloquis (e, obviamente, um Scarface), por nunca terem aparecido em nenhum outro filme.
Agora no que toca aos actores, bem, estes, na minha opinião, deixaram um bocadinho a desejar, tal como a caracterização.

Enfim, não se perde nada em ver este mini filme! Por isso, if you please...

GTO: Great Teacher Onizuka

segunda-feira, 14 de junho de 2010 — 1 comment(s)
Quinta-feira passada tive uma visita inesperada de um amigo cá em casa. Já era tarde e não sabíamos o que fazer e, como não tinhamos sono, ele sugeriu ver um anime que ele tinha no HDD. Esse anime, como é fácil de entender, era GTO.

Eu já há séculos que não via um anime (e nem vontade tinha) mas lá aceitei a sugestão dele e fomos ver aquilo. O opening deu-me logo uma boa impressão (surpreendentemente) e ao fim de um episódio de uma hora, rendi-me ao anime. O HDD ficou cá em casa e passei três dias a viciar neste anime de 43 episódios.

Sou muito esquisita (mete muito nisso) no que toca a anime e dificilmente me deixo impressionar com os mesmos. Mas devo admitir que já há muito tempo não fazia maratonas geeks de anime. Este anime conseguiu realmente cativar-me e deixar-me "triste" por ter acabado.
Acho, muito sinceramente, que todos aqueles que se dizem "viciados em anime" e afins deviam ter este anime na lista de animes já vistos.

GTO: Great Teacher Onizuka ★★★★

Eikichi Onizuka é um ex líder de um gang e faixa preta em karaté (mas que no entanto, é virgem) de 22 anos que decide tornar-se professor.
(Porquê? Porque ao ser professor pode tirar partido das alunas da secundária...!)

Mas é quando começa o seu trabalho como professor que descobre que a sua consciência o impede de tirar proveito das suas alunas e começa a trabalhar a sério. Ele descobre que gosta de ensinar e, sendo a sua disciplina Estudos Sociais, ele tem o proveito de dar aulas pouco convencionais aos olhos de terceiros. A sua turma é a mais complicada da escola. Foi essa turma que fez com que os anteriores professores tivessem todos desistido da sua profissão e ficado com as vidas arruinadas. Eles odeiam professores e fazem de tudo para acabar com eles e é Onizuka, usando métodos não muito convencionais e uma filosofia própria, que os começa a meter na linha, um a um, ajudando-os a ultrapassar os seus problemas e a ensinar-lhes a gostarem da vida. Para além de professor, torna-se um amigo sempre disposto a sacrificar-se pelos seus alunos.


Como já disse neste post, recomendo vivamente este anime a todos. O final não era exactamente o que estava à espera mas não desgostei. Só me irritou uma coisinha de nada:
[spoiler] GEEZ! Eles gostam um do outro! SEMPRE esteve na cara! Porque raio não o admiram, se beijam e ficam juntos?!?!?! [/spoiler]
Felizmente o final dos dois ficou a aberto com aquela frase da directora :').

Por isso ya, vão TODOS ver o anime.

E agora deixo-vos o primeiro opening:
(E btw, gostei muito da banda sonora do anime, principalmente dos endings.)


The Walking Dead: A Série

segunda-feira, 7 de junho de 2010 — 3 comment(s)
Pois é, só este fim de semana é que me contaram que os comics de The Walking Dead publicado pela Image Comics vai ter uma adaptação na TV com estreia prevista para Outubro deste ano.

Eu por acaso ainda não li nenhum destes comics (coisa que se vai resolver já esta semana) e a única coisa que sei é que conta a história de várias pessoas sobreviventes de um holocausto zombie à procura de um local seguro para viver. Não interessa, são zombies.
E agora fiquei um bocadinho em pulgas para ver esta série.

Espero que estes zombies não me desiludam <3

The Joker x Harley Quinn

domingo, 21 de fevereiro de 2010 — 3 comment(s)

The Joker: Homicida, sociopata, não sente remorsos ou compaixão. Alguém que vê a dor e a miséria como uma piada. Alguém que vê todas as suas atrocidades como algo divertido feitas para demonstrar a fatalidade e insignificância da espécie humana. Não procura dinheiro, fama ou glória, o seu único propósito é demonstrar como a sociedade é vazia e falsa. Muito inteligente e nascisista.

Harley Quinn: Ambiciosa, bonita, um pouco inocente de mais. Manipuladora e sempre disposta a fazer tudo que tiver ao seu alcance para obter o que quer. Foi para Arkham Asylum à procura de fama ao escrever sobre os mais perigosos criminosos. É lá que encontra o Joker que a manipulou de maneira a esta se apaixonar loucamente por ele. Muda-lhe a maneira de ver o mundo até esta finalmente entrar com ele no mundo do crime. Apaixonada, devota e obcecada. Ama o Joker com todas as suas forças e adora a sua nova vida.

Juntos: Loucos e incapazes de terem uma relação normal. Ele é violento e abusa física e psicologicamente dela que só o quer ver feliz. Esta é passiva e aceita tudo isso como se realmente merecesse, uma espécie de violência doméstica, por assim dizer. O que a relação poderá ter de positivo a seu favor é o facto de serem ambos masoquistas. Se amar para o Joker é anti-natural, para Harley é natural a mais, é amável, meiga e devota. É falso, porém, afirmar que ele nunca demonstra ternura ou afecção por ela. Ela é a única pessoa quem ele alguma vez mostrou alguma dessas coisas e que sobreviveu tanto tempo ao seu lado. A sua natureza dominante é completada pela natureza submissa de Harley.


É uma relação entre dois lunáticos altamente abusiva, perigosa e completamente perversa e, ironicamente, é isso que a faz perfeitamente funcional para ambos.
Ambas as personagens estão muito confortáveis uma com a outra. Eles percebem-se um ao outro, trabalham de uma forma maravilhosamente simbiótica e apoiam-se um no outro, claro que Harley mais vezes que o Joker, mas ele está lá sempre quando ela mais precisa. Não há dúvida que é uma relação estranha e demente. Mas para eles funciona perfeitamente. Também tem de existir algum motivo para que um palhaço sociopata que não hesita em matar ainda não a tenha assassinado brutalmente.

Já foi dito várias vezes ao longo dos anos que o Joker não ama nada sem ser ele próprio,que ele não sente afecção por nada nem ninguém. Mas é quando aparece Harley – que o ama tal como ele é – que surge um elemento estranho no carácter do Joker. Afinal de contas não é por dinheiro, fama ou glória que Harley está com ele, mas simplesmente por o amar. Isto faz-nos pensar: É também o Joker capaz de amar?

Para muitos a resposta é não. Muitos acreditam que ele não sente nada por ela, apenas gosta de a torturar e que só ainda não a matou de vez porque ela é útil.

Tudo começou porque o Joker queria divertir-se a distorcer a mente de uma jovem psicóloga que se achava mais inteligente que ele, mas o que ele não estava à espera era que ela se apaixonasse e se torna-se tão influenciada por ele. E ele, como o oportunista que é, começou a explora-la. Mas isto também deve ter sido um choque para ele, ter alguém que se preocupasse e que tivesse uma devoção tão apaixonante por ele. Ele estava habituado a ser admirado e temido pelos outros, não a ser adorado de uma maneira romântica. Harley tornou-se toda uma nova experiência para ele, mas que efeitos lhe poderá isto ter causado?

Harley é a sua mais querida criação. Quando está aborrecido pode simplesmente brincar com ela que ela responde sempre feliz. Pode magoa-la e fazer-lhe o que quiser que ele sabe que ela acabará por voltar para os seus braços com umas simples palavras meigas. E, para uma pessoa tão narcisista como o Joker, ter alguém que o adore incondicionalmente e que o lembre constantemente do quão genial ele é, é sempre bom para o seu ego. Ela não hesita em elogia-lo o que a torna gratificante para alguém egocêntrico como ele.

Apesar de tudo, acredito que ele também a ama. Certamente não de uma maneira normal e saudável. Ele ama-la o mais que consegue. Emoções para ele são coisas estranhas com as quais não sabe lidar. Mas uma coisa é certa: Existe alguma coisa muito forte no seu interior rodeada de depravação e maldade.

Para ele a vida tem de ser um caos, não pode existir harmonia, por isso, o que ele sente por ela está para além da sua compreensão mas não se pode negar que ele se preocupa com ela. Ele vai aos poucos desvendando este novo sentimento que cada vez se torna mais forte.

Já Paul Dini disse: “He loves her as much as he can.” O Joker pode não se capaz de amar da mesma maneira que as pessoas normais amam, mas ele dá à Harley o máximo que consegue dar. Para nós pode não parecer muito, mas para o Joker, é tudo que ele tem para dar.

As pessoas argumentam que o Joker já a tentou matar em várias ocasiões e que logo isto é uma prova que ele não a ama. Pois eu sou da opinião que isto prova que é que ele a ama.

Para alguém solitário como ele, ter sentimentos por alguém, por mais pequenos que sejam é aborrecido. A mente do Joker é uma confusão de ideias e ter sentimentos por alguém também iria precisar de ter atenção, o que poderia distrai-lo. E isto ia principalmente questionar-se sobre a realidade que ele acredita. O que o iria perturbar significantemente.

Em "Harley Quinn", Joker admite a Harley: I've felt some changes coming over me since you entered my life. I've been reminded of what's it's like to be part of a couple, to care for someone who cares for me - it's the first time in recent memory I've has those feelings... And I hate having those feelings! They're upsetting, confusing and worse, distracting me from getting my share of Gotham now that the getting’s good!" Esta confissão foi feita quando ele acreditava que Harley estava a morrer. Não havia motivo para ele lhe mentir. Quando ele pensa que ela já está morta, tem uma conversa sobre uma mulher, ele não menciona Harley, mas ele está a pensar nela, a sentir a sua falta.

É ao tentar matar Harley que ele prova a ele próprio que ele continua sob controle e que se consegue livrar de qualquer distracção. Não há dúvidas que se ele a chegasse a matar mesmo, ia sentir-se confortável e viver a sua vida sem se aborrecer pela sua morte. Ele só a tenta matar porque se chateia por se preocupar com ela.

Nesta perspectiva esta pode ser até a grande maneira dele demonstrar o seu amor.

Apesar das tentativas falhadas de a tentar matar, ele reage sempre bem quando ela volta e não a rejeita (o que vai contra a sua natureza, ele odeia perder seja contra quem for que não seja o Batman). Ele pode até sentir algum alívio por ter falhado. Pode também sentir orgulho pela sua criação sobreviver sempre e voltar para ele, o que prova o que ela vale e que é a parceira perfeita para ele. Nem todos conseguem escapar a uma armadilha mortal do Joker.

E sinceramente, ele não a tentou matar assim tantas vezes. Algumas das vezes que ele a ia matando foi só porque perdeu a cabeça num ataque de raiva e depois quem leva é ela. A sua intenção não é mata-la, apenas descarregar a fúria. E das duas vezes que ele tentou mata-la intencionalmente foi porque, primeiro: Ela insultou o seu orgulho ao deixa-lo e ter escrito um romance sobre duas personagens que encaixavam com ela e Batman (Gotham Adventures #10). E, segundo: Ele viu-se a ele mesmo a preocupar-se de mais por ela (Harley Quinn).

Ele na maior parte das vezes não a respeita nem a tem em consideração. Passa a vida a engana-la e a descarregar tudo nela, mas isto porquê? Porque ela a pessoa mais próxima dele e porque ele sabe que ela acaba sempre por voltar. Ele dá a Harley um lugar ao seu lado, que é o que ela mais quer. E aceita-a sempre de volta, o que todas as outras pessoas não podem dizer, porque acabam sempre mortas.

É muitas vezes dito que isto não passa de uma relação de um só lado (obviamente da Harley). Mas existem vários exemplo, tanto nos comics como nos cartoons, que o Joker se considera dentro de uma relação. Isto é, ele considera Harley a sua namorada.

Ele tem as reacções normais de um casal quando se chateiam, como por exemplo reclamar: "Crazy broad, blaming me for every little glitch in the relationship." (claro que ele só diz isso quando se encontra sozinho) e até reclama quando não encontra as meias quando ela não está em casa. Também a chama por nomes carinhosos e por vezes reage de maneira possessiva com ela.

Em "No Man's Land", na série de duas partes: "The Code", Harley encontra um livro de regras de como manter um homem interessado numa mulher. Ela lê e começa a seguir o que aquilo diz, que muito resumidamente é: Ignora-lo. Ora, isto resulta tão bem que o Joker quase que implora pela sua atenção e até a decide pedir em casamento. Mata até um homem em que pensa que Harley está interessada por ciúmes.

Ele pode ser visto várias vezes quando está bem disposto a mostrar afecção por ela. Ele abraça-a, dá-lhe mimos, dão as mãos e até a beija. Eles partilham piadas juntos e ele gosta de a ver a trabalhar em planos para destruir Batman (mas só se ela não o começar a superar).

O Joker não tem problemas em expressar o que sente, mas ele muda de humor muito rapidamente. Para além de que é de extremos.

Bem, o único motivo pelo qual vejo o Joker hesitante para dizer à Harley que a ama é se isso fosse mesmo verdade. Ele é um mentiroso compulsivo e não tem problema em dizer seja o que for para conseguir o que quer.

A vida sexual dos dois é algo que não passa pela cabeça da maioria das pessoas porque o Joker é, desde sempre, considerado assexuado. Mas existem indícios que com o passar do tempo a libido dele possa ter acordado. Ele próprio já disse: "Harley is gorgeous, who wouldn't want her." Para dizer isso tem de estar a par de como ela é atractiva. E ele tem orgulho nela porque a considera uma posse só sua, que os outros querem mas não pode ter.

Também já foi visto várias vezes que os dois dividem uma cama. Para além disso, já foram visto algumas tentativas falhadas da Harley de o seduzir que da maneira que ela diz as coisas, dá a entender que já resultaram. Que ele nem sempre recusa. As mais famosas, em Mad Love: "Oh sweetie - I've got the whoopie cushion!" e "Don't cha wanna rev up your Harley? Vrroom Vrroom!"
Em Harley Quinn,
numa conversa com a melhor amiga, Poison Ivy, ela também diz que teve "a night of pure joy".

Isto são só ideias, mas é provável que com o passar do tempo tenha começado a haver relações entre os dois, afinal de contas a Harley é persistente e aprende depressa.

Resumidamente, sim, o Joker ama a Harley, mas ele não sabe exprimir o seu amor nem como lidar com ele. E não, não têm uma relação completamente normal, mas não deixa de ter um bocadinho de cada coisa normal num casal.

RECOMENDAÇÕES: (e também foi por aqui que mais me guiei, mesmo tendo outras fontes)
Leitura: "Mad Love", "Superman: Emperor Joker" e "Harley Quinn" #1 e #5.
Cartoon: Wild Card #1 e #2 (Justice League Unlimited).
Filme: Return of the Joker.

O final foi à despacha porque agora está a dar X-Man 3 na TVI and i need my fapping material :D

Mad Love

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010 — 2 comment(s)
Hoje apeteceu-me reler o comic "Mad Love" que nos conta como é que a Dr. Harleen Quinzel se transformou na famosa namorada do The Joker, Harley Quinn.

Esta história começa com um Joker frustrado por não ter nenhuma ideia divertida para tentar matar o Batman e com a Harley Quinn a tentar tentar ter a sua atenção. Ela acaba por ser posta na rua a recordar-se do porquê de ter deixado tudo que tinha para seguir um palhaço psicotico.

"Face it, Harl. This stinks. You're a certified nutzo wanted by the law in two dozen states... And hopelessly in love with a murderous, psychopathic clown."

Tudo começa quando a jovem psicóloga Dr. Harleen Quinzel interessada em estudar mentes mais excitantes decide ir trabalhar para o Arkham Asylum. É lá que ela vê pela primeira vez o famoso Joker. Harleen começa a estuda-lo e acaba por criar uma grande obsessão e se apaixonar perdidamente por ele. É depois dele ter escapado do manicómio e voltar a ter sido apanhado e levado de volta pelo Batman que ela perde a cabeça, vai até uma loja de disfarces e rouba um fato de palhaço e resgata o seu apaixonado. E é assim que a Harleen Quin-zel passa a ser Harley Quinn, a Harlequin pessoal do Joker.



É depois desde flashback que a Harley decide que a única maneira de ter o Joker só para si é acabando com o Batman. Assim sendo, ela pega num antigo plano feito pelo criminoso que incluía o Batman a ser devorado por piranhas. Este nunca foi posto em prática porque era suposto ser divertido, mas as piranhas não sorriem. Foi então que Harley chega à brilhante conclusão que se virar o Batman de pernas para o ar, ele vai olhar para as piranhas e estas vão parecer estar a sorrir.
É então que Harley Quinn envia uma gravação dirigida a Batman dela mesma desesperada a chorar a dizer-se arrependida de tudo e que, se ele a protegesse, ela lhe podia relevar o paradeiro do Joker.
Com isto, o Batman vai encontrar-se com ela e cai na armadilha. Quando volta a abrir os olhos encontra-se preso de pernas para o ar sobre um tanque cheio de piralhas. É lá que Harley lhe explica que só faz aquilo para poder ter o amor do Joker mas Batman ri-se e diz-lhe que tudo o que o Joker lhe havia contado não passavam de mentiras que contou apenas para a poder manipular conforme quisesse. Diz-lhe também que se fosse comido pelas piranhas não haveriam evidências que fora ela a mata-lo. Ela decide telefonar ao Joker e dizer-lhe para lá ir ter para que lhe pudesse mostrar o Batman a morrer. E com isto Batman consegue o que queria: Tempo.

O Joker chega, furioso por Harley tentar matar sozinha o Batman. Mas é quando Harley lhe explica o que fez para tornar o seu plano "divertido"ele torna-se violento e quase que a mata ao atira-la pela janela.

"If you have to explain a joke, there is no joke!"

Entretanto o Batman conseguiu solta-se e o Joker foge. Ele vai atrás dele e começam os dois a lutar, mas é quando Batman diz que a Harley Quinn esteve mais perto de o matar do que o Joker alguma vez esteve, que vilão se passa por completo e o ataca violentamente (porque era exactamente este o motivo pelo qual ele chegou ao esconderijo furioso com Harley, era ELE que devia matar o Batman, nao a sua "namorada"), mas acaba por cair do comboio em movimento e aparentemente morre.

"I have to admit she came a lot closer to killing me than you ever did."

Harley Quinn agora no papel de doente no Arkham Asylum se apercebe que Batman tinha razão. Era fora apenas um fantoche mas mãos do homem que amava e decide esquece-lo. Mas quando olha para o lado e vê flores com a mensagem "Feel better soon. -J." esquece tudo e continua apaixonada por o seu "puddin".

"So, tell me, Harley - How did it feel to be so dependent on a man, that you'd give up everything for him, gaining nothing in return?"
"It felt like..."
[FEEL BETTER SOON. -J.]
"... It felt like a kiss...!"


Este comic é decididamente um dos meus preferidos. Adoro o casal Joker x Harley e acho toda a história que eles têm super interessante, porque é bem mais complicado do que o que parece à primeira vista: Que o Joker nunca a amou nem há de amar, que ele só a têm ao pé por esta ser útil e que quando não lhe servir de mais nada a vai matar como se nada fosse. Já tentou várias vezes, qualquer dia é de vez. E pronto, é ai que muita gente se engana! Este é o casal fictício mais complexo que conheço. Tem elementos abusivos, dinâmica de dominante/submisso, obsessão e insanidade. Não nos podemos esquecer que aqui se lida com um casal de criminosos com problemas mentais. Cada um ama à sua maneira :)

Mas isso é uma história que fica para depois. Qualquer dia armo-me em psicóloga (cof, geek, cof) e escrevo sobre a relação destes dois.

Matrix - Supergirl

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010 — 1 comment(s)
Porque este vai ser o meu cosplay para o Photoshoot de amanhã. Pode ser considerada a segunda Supergirl, depois da "morte" da primeira, a prima do Superman, Kara Zor-El.



Num mundo paralelo (Pocket Universe) criado por Time Trapper com intensão de manipular a Legião de Super Hérois, três criminosos Kryptonianos fugiram da Phantom Zone para tentarem dominarem essa Terra. Nesta realidade não existia Superman (e a sua versão mais nova - Superboy - havia morrido antes dos criminosos fugirem) mas existia um Lex Luthor bom. Este, usando o material genético do seu grande amor, Lana Lang, criou um ser vivo artificial chamado "protoplasmic matrix" a que também adicionou uma fisiologia parecida à do Superman, isto é, para além de poder mudar de forma, tem os poderes dele. Para que esta lutasse contra os criminosos que fugiram.

Apesar de tudo, Matrix não era forte o suficiente para os derrotar, então, Lex Luthor mando-a ao Universo Principal da DC Comics pedir ajuda ao Superman. E pronto, lá veio o Superman, acabou com os mauzões mas o Pocket Universe foi destruido. Sendo assim, ele levou a Matrix com ele para o seu Universo. Ela tornou-se a nova "filha" dos Kents (agora chamada de Mae) mas depois de algumas peripécias ela vai "passear" por outros espaços mas acaba por voltar.

Quando volta, e conheceu o Lex Luthor deste Universo - o Lex Luthor mau, pronto, disfarçado do seu próprio filho, por quem Matrix se apaixonou perdidamente pensando que este fosse bondoso como o Lex que antes havia conhecido. Começaram a ter uma relação e decidiram viver juntos. Os Kents e o próprio Clack ficaram chocados com as notícias mas respeitaram a sua decisão apesar de Matrix ter começado a comportar-se se forma diferente perante o "irmão". Mas nada disto a impediu de continuar o seu papel de Supergirl.

Durante a arc da Morte do Superman, Matrix continuou a ajudar na luta contra Doomsday mas Lex Luthor entrevia sempre, mantendo-a segura com ele. Quando Doomsday chegou à Metrópole, ela relebiou-se contra o seu companheiro e fui lutar contra o monstro, mas foi logo derrotada num único golpe, o que a forçou a voltar à sua verdadeira forma, uma massa humanóide cinzenta.

Quando Superman morreu a deter Doomsday, a Matrix usou os seus poderes para proteger a Metropolis, mas nem isso fez com que várias pessoas a considerassem o animal de estimação do Luthor. Ela não quis saber. Ela continuou a fazer um bom trabalho a salvar as vitimas e a ensinar ao novo super héroi - Superboy - a importância de salvar a vida das outras pessoas. Também ajudou Superman a regressar uma vez que se descobriu que ele afinal estava vivo. Ela até se fez passar por Clark Kent (fazendo de conta que esteve preso durante o ataque do Doomsday) para explicar o porquê dele estar desaparecido durante a morte do Superman.

Depois disto ela teve um grande choque, ao descobrir que o seu amado Luthor andava a fazer clones dela, criando milhares de "Supergirls" pessoais. Ela deixou-se consumir pela raiva e destruiu o laboratório e todos os seus clones, quase que matou Lex Luthor, tendo sido o Superman que a deteu, fazendo que ele entrasse em coma.

Depois deste incidente ela juntou-se por pouco tempo aos Teens Titans, acabando por perceber que simplesmente aquilo não era para ela.

Mais tarde, um homem chamado Buzz, tenta sacrificar a sua namorada (Linda Danvers) num culto a um demónio, mas Matrix entrevem, tentando curar as feridas de Linda. Esta falha, tendo como resultado Matrix e Linda se terem fundido numa só para salvar a vida de Linda.

Depois deste "pequeno" incidente, Linda, agora com os poderes de Matrix, decidiu continuar com o papel de Supergirl. Mais tarde acaba por se descobrir que Matrix, por se ter fundido com outra pessoa se tinha tornado num dos três Earth-Angels. A Earth-Angel of Fire, o que lhe proporcionou umas asas de fogo e por ai...
Entretanto, Matrix perdeu o seu poder de mudar de forma, porque inconscientemente passou a ver-se apenas como Linda. Mas nem toda o protoplasma de Matrix se fundiu com Linda, fazendo com que o que a parte que não se fundiu criasse uma Matrix má e doida que começou a lutar contra Supergirl até que foi absorvida por Blithe, o Earth-Angel of Light. Mas tudo isto fez com que Linda perdesse parte dos seus poderes.

Passado isto, Matrix e Linda foram separadas pela Demon Queen Lilith e Matrix foi presa no corpo de uma mulher chamada Twilight. Depois de Linda resgatar Matrix torna Twilight, que fora sua inimiga, em sua aliada. Twilight é fatalmente ferida e Linda convence Matrix a fundir-se com ela, para impedir que esta morresse. Elas fundiram-se e tornaram-se o novo Earth-Angel of Fire e, então, usaram os seus poderes para restaurar os poderes de Linda.
Feito isso, nunca mais se soube nada de Twilight nem de Matrix.

FIM :D

P.S: A parte final, da separação, já esta muito resumida porque já estou farta de escrever e pensar D:

Sandman

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010 — 1 comment(s)
Passado muito tempo decidi voltar a ler os comics de Sandman. Agora pergunto-me porque raio deixei eu de ler uma das séries mais awesomes de sempre.



"There is nobody in the whole world who knows more stories than Sandman. At night, when children are still at the table, very quietly, or sitting in their seats, he takes off his shoes and climbs the stairs slowly, open the door without noise and blow sand in their eyes."

Sandman descreve a vida de Dream, o rei de the Dreaming (Mundo dos Sonhos, onde Dream mora) e as suas interacções com o mundo e os seus respectivos seres. Muitos nomes lhe foram atribuídos, tais como Sandman, Oneiros e muitos outros esquecidos com o tempo, mas é por Morpheus que é geralmente reconhecido.
Um héroi de tragédias gregas, aparentemente sem sentimentos mas constantemente melancólico que está sempre ciente das suas responsabilidades e com uma dependência de confiança da sua irmã mais velha - Death. É a personagem mais obscura da série que tem de conviver com desejos reprimidos de todos os humanos no seu reino, o que o faz esforçar-se para entender a sua verdadeira natureza. E este sim, é o verdadeiro mistério de toda a história.

Morpheus tem seis irmãos que, tal como ele, são manifestações antropomórficas: Destiny, Death, Destruction, Desire, Despair e Delirium (anteriormente Delight). Sendo os sete conhecidos como os The Endless em que as suas aparências são feitas a partir do subconsciente dos seres conscientes isto é, variam conforme as experiências de vida dos observadores mas nunca perdem a ligação com o conceito que representam. Existem desde sempre e são os seres mais poderosos depois dos Anjos e de Deus. São eles que ocupam os papeis centrais ao longo da história que se passa no the Dreaming em que o seu irmão é a base de tudo.


Aconselho vivamente estes comics a quem goste de histórias "pesadas" porque todas elas giram em volta de psicologia e estranhas filosofias. Tem falas complicadas e temos mesmo de prestar atenção a cada palavra dita para entendermos o que se está a passar. Também tem muitas referências a histórias bíblicas, mitológicas e até mesmo do reino das fadas - tudo que vive no mundo os sonhos aqui tem lugar.
Acho as personagens realmente cativantes pois não "seguem à letra" o que personificam mas não perdem a sua verdadeira essência, principalmente a Death, a Endless mais optimista e bem humorada que tem sempre pendurado no pescoço um colar na forma de Ankh (símbolo egípcio da vida).

Depois de Batman, aqui está a minha colecção de comics preferida. AH! E esqueci-me de referir que o Batman também aparece em Sandman!

Knightfall

sexta-feira, 24 de julho de 2009 — 1 comment(s)
No outro dia comprei mais uma banda-desenhada do Batman para juntar à minha colecção e só reparei que tinha na mão o primeiro volume de uma das melhores sagas deste héroi - Knightfall - mais conhecida por ser a queda do Dark Knight às mãos do vilão Bane, quando cheguei a casa.


Batman, agora com os efeitos das suas noites de sono perdidas e muitas cicatrizes físicas, emocionais e psicológicas resultantes das lutas contra os psicóticos criminosos que perturbam Gotham City, encontra-se exausto física e mentalmente. Mas não é isso que o impede. Apesar do cansaço, Batman recusa-se a parar e continua na sua incansável luta contra o crime, fazendo-o cair num meticuloso plano elaborado por aquele que viria a ser um dos mais perigosos vilões do BatWorld, causando a sua derrota.

Bane, apesar de à primeira vista parecer apenas um monte de músculos ignorante, mostra-se um homem inteligentíssimo com intuito de derrotar o Dark Knight e conquistar Gotham City. Percebendo que não conseguia derrotar o héroi que, apesar de cançado, ainda demonstrava uma força de vontade incrível, decide fazer com que Batman ainda puxasse mais por si mesmo.
Decide então destruir o Arkham Asylum e libertar todos os psicóticos crimonosos do manicômio. Encontrando-se soltos, começam todos a criar o caos em Gotham City, o que obriga Batman a impedi-los um a um sob o efeito de sedativos que tomou para tentar descançar. Aparecem vilões menos importantes e conhecidos, desde Zsasz a Mad Hatter até aos mais famosos como Two Faces e The Joker.

Batman, decidido a acabar com o caos instalado na cidade e prevendo o pior, impede Tim Drake, o terceiro Robin, de o ajudar, incubindo-o de treinar Jean-Paul Valley (Azrael) para tomar conta de Gotham City se viesse a ser necessário.

Agora com Batman no seu limite e já sem forças, Bane decide finalmente aparecer no ague da sua forma física (e ainda com ajuda da droga que aumenta ainda mais a sua força) e finalmente destroi o héroi partindo-lhe a coluna num último golpe.


Finalmente Bane proclama-se dono de Gotham City a exebindo o corpo semi-morto do Dark Night como trofeu, deixando-o depois, estendido na rua ao pé da impressa e polícia para mostrar quem realmente mandava agora.

Bruce Wayne, agora incapaz de andar, decide deixar o seu farto ou a Dick Grayson (primeiro Robin e actualmente Nightwing) ou a Jean-Paul, para combater o "reinado" de Bane. Bruce acaba por optar por Jean-Paul por ser mais frio e enérgico.
É a partir daqui que a saga muda para Knightquest e Batman começa a ficar mau.

Jean-Paul, uma personagem com falta de carisma que mudou completamente o bat-suit, começou a tornar-se cada vez mais violento, deixando crimonosos morrer e estragando a imagem de Batman.


Um ano depois da queda de Bruce Wayne como Batman, com a ajuda da Dr. Shondra com quem acaba tendo um pequeno romance, o bilionário recupera e volta a conseguir andar. Agora novamente em forma, Bruce nega que Jean-Paul continue a usar o manto de Batman, voltando ele a combater o crime.


Pessoalmente, esta saga é uma das minhas favoritas (juntamente com The Killing Joke, claro 8D) - apenas Kinghfall porque a partir de Knightquest até o Jean-Paul sair de lá é tudo um grande cocó. Gosto especialmente desta porque mostra um homem sem nenhum poder especial que dá o seu máximo para salva as pessoas e acaba por pagar por tal.